Um Comentário

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  3. 24/02/2013 07h00 – Atualizado em 24/02/2013 07h00
    Deputados negociam ‘urgência urgentíssima’ para fim de 14º e 15º
    Projeto aprovado em maio no Senado está parado em comissão da Câmara.
    Presidente quer assinaturas para colocar proposta na pauta de votações..
    Fabiano Costa
    Do G1, em Brasília

    6 comentários
    Líderes das bancadas partidárias na Câmara negociam um acordo para colocar em votação, em caráter de “urgência urgentíssima”, o projeto aprovado em maio de 2012 pelo Senado que determina o fim dos 14º e 15º salários pagos todos os anos aos senadores e deputados federais. Desde que o Senado aprovou, a proposta está parada na Comissão de Finanças da Câmara.
    O G1 ouviu 12 dos 24 partidos com representação na Câmara sobre o assunto. Das legendas consultadas, sete disseram que já fecharam questão a favor da extinção do benefício e apoiam o uso do caráter de urgência para apreciá-la: DEM, PC do B, PPS, PSB, PSDB, PSOL e PV. Juntas, essas siglas possuem 140 dos 512 deputados da Casa.

    Já os líderes de PT, PMDB, PSD, PTB e PP, algumas das legendas mais numerosas da Câmara, informaram que suas bancadas ainda não discutiram o tema. Esses partidos somados reúnem 273 parlamentares.

    Deputados no plenário da Câmara durante sessão no último dia 19 (Foto: Renato Araújo / Agência Câmara)
    Na última terça-feira (19), durante reunião com as lideranças dos partidos, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) pediu que todos os líderes consultassem suas bancadas sobre o assunto e trouxessem as posições dos parlamentares no próximo encontro do colegiado, nesta terça (26), segundo informou a assessoria do deputado.

    De acordo com assessores de Henrique Alves, o peemedebista estuda recolher assinaturas dos líderes para que a proposta aprovada no ano passado pelos senadores entre na pauta de votações da Câmara em caráter de “urgência urgentíssima”. Com esse carimbo, o projeto ficaria dispensado de tramitar na comissão de Finanças e Tributação e na de Constituição e Justiça (CCJ).

    Maior partido da Casa, com 88 deputados, o PT é uma das siglas que ainda está indefinida sobre o fim do salário extra pago aos parlamentares nos meses de dezembro e fevereiro a título de ajuda de custo.

    O vencimento mensal de deputados e senadores, sem contar benefícios como plano de saúde, passagens áreas e cota para gastos de gabinete (que cobre telefone, correspondências, transporte e outros itens) é de R$ 26.723,13. Somados, os dois subsídios adicionais acrescem R$ 53.446,26 aos contracheques dos parlamentares.
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    Henrique Eduardo Alves, do PMDB, é eleito presidente da Câmara
    Um dos vice-líderes do Partido dos Trabalhadores, o deputado Elvino Bohn Gass (RS) defende que seja decretado o fim do 14º e do 15º. Antes mesmo de a Câmara aprovar o projeto, o parlamentar petista já abriu mão, voluntariamente, dos salários adicionais.

    “Eu devolvo os 14º e o 15º salários. Não estou recebendo. Sou contra esse benefício e defenderei que acabe. Como o PT do Senado já votou pelo fim desse auxílio, acredito que também defenderemos seu fim”, disse Bohn Gass.

    À frente da segunda maior bancada da Câmara, o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), não quis revelar sua posição sobre o assunto. Como os peemedebistas ainda não debateram o projeto, Cunha diz que sua opinião pessoal sobre o tema poderia ser interpretada como a posição da bancada. O líder peemedebista afirmou que o partido irá discutir a proposta nesta semana.

    O único líder da Câmara ouvido pelo G1 que sinalizou resistência à aprovação do projeto foi o deputado Jovair Arantes (PTB-GO). Ainda que o PTB não tenha se posicionado oficialmente sobre a matéria, ele disse que integrantes da sigla não veem com “simpatia” a proposta.

    “Ninguém é simpático ao fim de direitos. É aquela velha história que dizia que reforma agrária é muito boa no terreno dos outros”, afirmou.

    Segundo Arantes, os petebistas devem debater o assunto somente na próxima quarta (27), um dia após o prazo concedido pelo presidente da Casa para que os líderes se manifestem sobre o projeto.

    Pressão oposicionista
    Os partidos da oposição são os que mais têm pressionado Henrique Alves a colocar o fim do benefício em votação no plenário. Na reunião de líderes da última terça, PSOL, PSDB, DEM e PPS defenderam que os projetos que preveem a extinção do auxílio tenham prioridade de votação neste semestre.

    “O fim dos 14º e 15º salários é uma matéria a ser aprovada imediatamente, para promover o reencontro entre o parlamento e a sociedade. Não é possível que as coisas que façam mal à sociedade não façam mal ao parlamento. Nenhum trabalhador tem direito a esse benefício. É um tema indefensável”, observou o líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP).

    Para o deputado Ivan Valente (SP), que lidera a bancada do PSOL na Câmara, Henrique Alves tem de levar o projeto a plenário mesmo se não houver consenso em torno do tema. “Não há justificativa plausível para não votar. Essa questão já foi aprovada no Senado”, criticou.

    Valente acredita que o presidente da Câmara irá se empenhar para que o projeto seja incluído rapidamente na pauta de votações. Na avaliação do líder do PSOL, o peemedebista pretende usar a proposta do fim dos salários adicionais para imprimir uma agenda positiva diante da opinião pública depois de ter sido alvo de uma série de denúncias de corrupção durante sua campanha para a presidência da Casa, em janeiro.

    “Com a pressão a que estava sendo submetido, o presidente do Senado, Renan Calheiros, apresentou um pacote de medidas reestruturantes imediatamente após a sua posse. É possível que o Henrique [Alves] também esteja trabalhando com essa estratégia ao apoiar a votação do fim do 14º e do 15º”, analisou Ivan Valente.

    Novela legislativa
    De autoria da senadora licenciada Gleisi Hoffmann, atual ministra-chefe da Casa Civil, a proposta que prevê a extinção da ajuda de custo dos parlamentares está parada na Comissão de Finanças da Câmara desde maio do ano passado.
    O texto já recebeu parecer favorável pela aprovação por parte do relator, deputado Afonso Florence (PT-BA), porém, ainda não foi votado na comissão.

    Se tiver de seguir o trâmite normal do Legislativo, após o relatório de Florence ser apreciado pelos integrantes da comissão, o projeto ainda terá de ser submetido à análise da CCJ. O rito não prazo para ser concluído.

    No entanto, a chancela dos líderes à rubrica de urgência representaria um atalho, levando a matéria diretamente para votação em plenário.

    Para que isso ocorra, entretanto, é necessário aval de 257 dos 512 deputados federais, o equivalente à maioria absoluta da Casa. Ou, por outro lado, a assinatura de líderes de bancadas que, somados, representem esse número mínimo de parlamentares.
    Se aprovado pelos deputados sem sofrer alterações, o projeto – chancelado pelo Senado em 2012 – segue direto para promulgação pelo presidente do Congresso, senador Renan Calheiros. Caso a Câmara altere o texto, será necessário que a proposta retorne ao Senado para análise dos parlamentares da Casa.

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  4. Congresso seguirá desmoralizado sem reforma política, diz vice do Senado
    Segundo homem mais importante da Casa, Jorge Viana (PT-AC) critica falta de união entre deputados e senadores para mudar imagem negativa

    Nivaldo Souza – iG Brasília | 23/02/2013 17:25:10

    O boné preto e a camiseta amarela destoavam da imagem tradicional do terno e gravata usado no plenário do Senado durante a semana. Mas foi assim, descontraído enquanto comia pastel na Feira do Guará, mercado popular de Brasília, que o senador Jorge Viana (PT-AC) foi abraçado neste sábado (23) por Marina Silva, que panfletava no local pela criação de seu partido.

    O clima descontraído, após a passagem da conterrânea e ex-colega de PT, fez Viana esboçar seus argumentos de defesa por uma reforma política que elimine “os partidos de aluguel”. “Sem a reforma política, vamos ter a política se desmoralizando”, afirmou.

    Leia também: Marina diz esperar “força para possível candidatura”

    Vice-presidente do Senado, Viana avalia que existem muitos projetos dispersos falando em reforma política no Congresso, mas nenhum deles chamando as diferentes correntes políticas para debater mudanças. “Se a Câmara e o senado quiserem se encontrar com o interesse público, têm de fazer a reforma política”, diz.

    “A reforma política não sai por causa do político”, afirma. O senador diz que a maioria dos colegas de Congresso não quer perder o fundo partidário para um modelo de financiamento público de campanha mais regulado. “Isso sempre deu certo para muitos, por que mudar?”, observa.

    Segundo homem mais forte do Senado, Viana pode assumir a presidência da Casa no lugar de Rena Calheiros (PMDB), caso o Supremo Tribunal Federal (STF) aceite denúncia da Procuradoria-Geral da República contra ele pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e peculato .

    Os mesmos crimes levaram Renan a renunciar a presidência em 2007. Na ocasião, a cadeira mais importante do Congresso foi ocupada pelo então senador Tião Viana (PT-AC), irmão do atual vice-presidente. À época, Jorge era governador do Acre. Agora, os papeis se inverteram e Tião vai buscar a reeleição no governo estadual em 2014.

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  5. Avatar de Polícia investiga elo entre prisão de policiais e mortes em Guarujá - e POLICIAIS EXIGEM NU Polícia investiga elo entre prisão de policiais e mortes em Guarujá - e POLICIAIS EXIGEM NU disse:

    A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo investiga a relação entre a prisão de policiais no último fim de semana, na região de Sorocaba, interior do Estado, e duas mortes que aconteceram em 2011 dentro de um condomínio de luxo, em Guarujá, no litoral de São Paulo. O ponto em comum das duas histórias é a presença do policial Alexandre Cassemiro Lages, agente do Departamento de Narcóticos da Polícia Civil (Denarc). Ele é um dos presos no dia 16 de fevereiro, na rodovia Castelo Branco, que liga São Paulo ao interior do estado.

    Segundo a Polícia Federal, que fez a prisão, Alexandre e mais dois policiais faziam a escolta de dois carros onde traficantes levavam 133 quilos de cocaína. O destino da droga seria a cidade de São Paulo. “No decorrer da investigação nós descobrimos que havia então, por parte desses policiais, desses traficantes internacionais e de traficantes daqui da região um certo esquema de apreensão parcial de droga. E parte dessa droga era distribuída nas regiões aqui vizinhas”, afirma o delegado chefe da Polícia Federal de Sorocaba, Roberto Boreli Zuzi.

    No carro de Alexandre, a Polícia Federal encontrou também seis malas cheias de reais, euros e dólares. E mais de 300 quilos de cocaína.Segundo a investigação, os policiais desviavam parte da droga que era apreendida e revendiam para outros traficantes. A corregedoria da Policia Civil investiga se este mesmo esquema teria causado a morte de um argentino e um colombiano há pouco mais de um ano, em um condomínio de luxo em Guarujá.

    O crime foi na noite do dia 26 de novembro de 2011. Os dois estrangeiros foram encontrados mortos depois de uma troca de tiros na mansão que fica no Jardim Acapulco, em Guarujá. O primeiro a chegar no dia do crime foi Alexandre, um dos policiais presos. Na época, ele justificou em depoimento que foi ao local porque o colombiano morto era seu informante. Além dos dois mortos, estavam na mansão outros dois argentinos que são suspeitos pelo crime e estão foragidos até o momento. Para a polícia, todos participavam de uma reunião para negociar a venda de cocaína.

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  6. NUNCA SEREMOS A POLÍCIA CIVIL QUE A SOCIEDADE ANSEIA, ISSO É, ENQUANTO O PSDB ESTIVER NO PODER. OS PAULISTAS DEVEM ENTENDER QUE O PSDB PERMANECE NO PODER Á 18 ANOS E DURANTE ESSES ANOS TODOS O DISCURSO É O MESMO, NADA FIZERAM EM PROL DA SEGURANÇA PÚBLICA, EDUCAÇÃO E SAÚDE, A NÃO SER MANTER AS MESMAS NAS CONDIÇÕES COMO SE FOSSE Á 18 ANOS ATRÁS. CONCLUÍMOS QUE ESSE PARTIDO NÃO TEM VISÃO DE PROGRESSO, POIS CASO TIVESSE, ACOMPANHARIA AS MUDANÇAS, POIS HOJE É OUTRA REALIDADE, TEMOS MAIORES ÍNDICES POPULACIONAL, MAIORES ÍNDICES DE CRIMINALIDADE, TEMOS UM ESTADO COM MAIS DINHEIRO EM CAIXA, PORÉM A MENTE DO GOVERNO CONTINUA ATRASADA, NÃO EVOLUIU DE ACORDO COM O TEMPO QUE FOI PASSANDO, É PRECISO QUE OS PAULISTAS TROQUEM ESSE GOVERNO AGORA EM 2014, SÓ ASSIM TEREMOS UM GOVERNO COM ENERGIAS E IDEIAS RENOVADAS PARA IMPULSIONAR O ESTADO RUMO AO PROGRESSO, CHEGA DE MESMICES, O TEMPO PASSA E NÓS NÃO PODEMOS PERMANECER COMO INSTRUMENTOS DE INTERESSES ELEITOREIROS, TEMOS QUE PROGREDIR PARA OFERECER UM MUNDO MELHOR PARA NOSSOS FILHOS E NETOS. ESTAMOS DE SACO CHEIO DE SERMOS ENGANADOS PELO PSDB, QUEREMOS QUE ALGO NOVO SEJA IMPLANTADO, QUEREMOS UMA POLÍTICA QUE REALMENTE SEJA VOLTADA PARA A SOCIEDADE E NÃO PARA O PARTIDO POLÍTICO. EU PARTICULARMENTE NÃO AGUENTO MAIS OLHAR PARA A CARA DO ALCKIMIM, TENHO NOJO, SEI QUE TUDO QUE ELE FALA NÃO É VERDADE, SEI QUE AS PROMESSAS DELE SÃO FALSAS, SEI QUE ELE NADA VAI MELHORAR PARA A SOCIEDADE, SEI QUE O PARTIDO DO PSDB TEM OUTRAS INTENSÕES E NÃO SÃO BOAS PARA NÓS CIDADÃOS, POR ISSO NÃO AGUENTO MAIS OUVIR TANTAS MENTIRAS, PREGA-SE UMA COISA E FAZ OUTRA TOTALMENTE DIFERENTE, SEMPRE PREJUDICANDO A SOCIEDADE, PIOR, TUDO COM O AVAL E CONIVÊNCIA DOS DEPUTADOS DA BASE GOVERNISTA, ESTES POR SUAS VEZES NUNCA TEM NADA A DECLARAREM CONTRA AS MAZELAS DO GOVERNO, PORTANTO ESTÃO DE ACORDO, SENDO ASSIM SÃO DA MESMA PANELA, OU SEJA, ESTÃO CONTRA OS INTERESSES SOCIAIS.

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  7. 19/02/2013 – OS TUCANOS QUE SE CUIDEM

    Autor: Eliane Cantanhêde

    Desde 2004, o Brasil caiu de 15º para 6º lugar no índice de inflação na América do Sul, mas a coisa é mais grave em São Paulo, onde, segundo o Dieese (departamento sindical responsável por esse tipo de estatística), o custo de vida teve a maior alta em dez anos.

    O Brasil também registrou uma queda de 1,4% no nível de empregos da indústria em 2012, mas a coisa, mais uma vez, fica pior em São Paulo, onde, segundo o IBGE (que acompanha os níveis de ocupação), a retração foi de 2,6%, só melhor do que no Nordeste (2,7%).

    Para o cidadão, os números dizem muito pouco e tanto faz se a culpa é do governo federal, do Estado ou do município. O que importa é a percepção de que os preços dos alimentos estão aumentando e que as fábricas já não estão tão acolhedoras para novas contratações. E o governador será o “culpado” mais ao alcance da mão, e do voto, nas eleições de 2014.

    Com Dilma bem embalada por Lula, por medidas muito populares –como queda na conta de luz– e pelos aumento dos índices oficiais de inclusão social, a reversão de humor pode cair não na sua candidatura à reeleição à Presidência, mas, sim, na de Geraldo Alckmin à reeleição ao governo do Estado.

    A isso se somam o poder deletério do aumento da violência sobre a imagem do governador, o desgaste natural de quase duas décadas de PSDB no poder estadual e a alternância entre Alckmin e Serra em sucessivas disputas, sufocando o surgimento de lideranças tucanas.

    Enquanto Lula põe a criatividade em ação para sacar uma nova Dilma ou um novo Haddad para o Bandeirantes, Alckmin pode ir se preparando para uma eleição muito difícil no ano que vem.

    Se tem a máquina, ele vem perdendo em imagem e não vai ter lá grandes suportes no resto da chapa. Com tantos pré-candidatos ao Senado, por exemplo, o PSDB certamente não tem “o” candidato.

    Eliane Cantanhêde, jornalista, é colunista da Página 2 da versão impressa da Folha, onde escreve às terças, quintas, sextas e domingos. É também comentarista do telejornal “Globonews em Pauta” e da Rádio Metrópole da Bahia.

    Artigo publicado originalmente no jornal Folha de S. Paulo.

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  8. MAIS UM NOVO VELHO SISTEMA DE GESTÃO NO DECAP
    Publicado: 21 de fevereiro de 2013 em Uncategorized
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    Muitos boatos e especulações a respeito do novo sistema a ser imposto no DECAP. Imposto porque sua concepção parece ser realizada na surdina e apenas alguns poucos tem acesso a informação correta. Imposto também porque certamente será colocada a prova de forma abrupta, sem planejamento, do mesmo modo como ocorreu na mudança mais recente, em que funcionários tiveram seus locais e horários de trabalho alterados de um dia para o outro.

    Apesar das informações serem uma colcha de retalhos, a noticia mais recente que se teve é de que nos distritos policiais serão criadas equipes, dependendo do número de inquéritos policiais. Cada equipe será formada por um delegado, dois Escrivães e dois ou três agentes, que serão responsáveis pelo andamento de uma quantidade de inquéritos, a principio 250. As equipes trabalharão de segunda a sexta-feira e uma vez por semana serão responsáveis pelo plantão da delegacia, onde serão registrados todos os tipos de ocorrência. As centrais de flagrante deixarão de existir, restando apenas os chamados “pólos”, que continuarão em atividade no período noturno e, provavelmente, aos finais de semana.

    Mais uma especulação ou não, logo se percebe que faltarão Escrivães. Haverá sobrecarga de trabalho e horário para os Escrivães. Com a falta de funcionários, Escrivães mais precisamente, serão criadas “correções” e “ajustes”, que criarão mais sobrecarga para os Escrivães, como ocorreu e ocorre neste sistema vigente.

    Chega a ser cômico que não se admita que o grande problema é a falta de Escrivães. Um sistema como o anterior, que se respeitasse o mínimo de cinco equipes por plantão, com dois ou três Escrivães cada equipe, além de cinco ou mais Escrivães a serem responsáveis pelos cartórios, seria o início para que o cotidiano administrativo dos distritos começasse a funcionar, sem ser tão desumano com nossa carreira.

    As entidades de classe devem deixar seu estado catatônico ou mesmo divagações sobre demais problemas de nosso Estado ou do Brasil, e se ater inicialmente a nossa carreira, para começar a se preparar para uma nova onda de injustiças.

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  9. Será que vão alterar os horários dos recolhas? Será que vão tambéo exigir maior produção desses malditos? Pelo menos se aumenta a produção do recolha e apertam no horário, não atrapalha o bico, só favorece……….
    Socorro corregedoria !

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  10. DR. GUERRA, ESSE COMENTÁRIO DEVIA SER TRANSFORMADO EM TÓPICO…

    19/02/2013 – OS TUCANOS QUE SE CUIDEM

    Autor: Eliane Cantanhêde

    Desde 2004, o Brasil caiu de 15º para 6º lugar no índice de inflação na América do Sul, mas a coisa é mais grave em São Paulo, onde, segundo o Dieese (departamento sindical responsável por esse tipo de estatística), o custo de vida teve a maior alta em dez anos.

    O Brasil também registrou uma queda de 1,4% no nível de empregos da indústria em 2012, mas a coisa, mais uma vez, fica pior em São Paulo, onde, segundo o IBGE (que acompanha os níveis de ocupação), a retração foi de 2,6%, só melhor do que no Nordeste (2,7%).

    Para o cidadão, os números dizem muito pouco e tanto faz se a culpa é do governo federal, do Estado ou do município. O que importa é a percepção de que os preços dos alimentos estão aumentando e que as fábricas já não estão tão acolhedoras para novas contratações. E o governador será o “culpado” mais ao alcance da mão, e do voto, nas eleições de 2014.

    Com Dilma bem embalada por Lula, por medidas muito populares –como queda na conta de luz– e pelos aumento dos índices oficiais de inclusão social, a reversão de humor pode cair não na sua candidatura à reeleição à Presidência, mas, sim, na de Geraldo Alckmin à reeleição ao governo do Estado.

    A isso se somam o poder deletério do aumento da violência sobre a imagem do governador, o desgaste natural de quase duas décadas de PSDB no poder estadual e a alternância entre Alckmin e Serra em sucessivas disputas, sufocando o surgimento de lideranças tucanas.

    Enquanto Lula põe a criatividade em ação para sacar uma nova Dilma ou um novo Haddad para o Bandeirantes, Alckmin pode ir se preparando para uma eleição muito difícil no ano que vem.

    Se tem a máquina, ele vem perdendo em imagem e não vai ter lá grandes suportes no resto da chapa. Com tantos pré-candidatos ao Senado, por exemplo, o PSDB certamente não tem “o” candidato.

    Eliane Cantanhêde, jornalista, é colunista da Página 2 da versão impressa da Folha, onde escreve às terças, quintas, sextas e domingos. É também comentarista do telejornal “Globonews em Pauta” e da Rádio Metrópole da Bahia.

    Artigo publicado originalmente no jornal Folha de S. Paulo.

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  11. Para variar em qualquer unidade policial, ou em qualquer invenção de horário por parte da administração, quer seja quanto a quantidade de equipes ou horário e dias de trabalho a serem laborados, para variar sempre sobra para o escrivão, cuidar de inquéritos, desde sua portaria até o relatório final sempre é a cara do escriba, sem que ganha nada mais para isso, sem que haja valorização, ou consideração, marjura recebe gat, e é o escriba que cuida do plantão em que não há delegado, tipificar bo, inquérito, depoimentos, declarações, interrogatórios…. e creiam tenho comigo um documento elaborado por um seccional, dizendo ” exerce as funções de (escrivão de policia) e por isso não realiza investigação”, se o que nós da Policia Judiciaria, quer seja escriba ou tira ou a policia como um todo não realiza investigação, depois dessa, rasgo minha funcional.

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  12. UM TIRA NA CORDA BAMBA disse:
    24/02/2013 ÀS 23:04
    CORINTHIANS? LARANJAS? TÁ DE BRINCADEIRA, NÉ? ME AJUDA AÍ, PÔ!!!!!

    Quero saber do N.U, da PEC 300:

    Quero voltar pro DECAP, quem sabe lá pela 4ª SEC:

    Quem sabe, lá pelos lados da Freguesia do Ó;

    Quem sabe, se eu falar com a dupla de ararás azul que tem seu ninho naquele bairro por algum tempo;

    Quem sabe, eu possa trocar da parede a camisa do Corinthians pela do meu Verdão;

    Quem sabe, só assim eu consigo acabar com aquele tráfico da histórica igreja da matriz. Ou seria “histórico tráfico da Matriz”?

    Quem sabe, eu pudesse ajudar à acabar com os homicídios múltiplos que não param de crescer naquela circunscrição;

    Quem sabe, eu pudesse ler mais os relatórios de disque denúncia e checar tais informações de possíveis autores e não encobertar as denúncias dos colaboradores do DP.

    Quem sabe, eu não me preocuparia tanto com o primeiro andar que a cada seis meses passa por reforma e preocuparia com o plantão, pois é somente ali que só se trabalha;

    Quem sabe, eu deixaria de achacar os comerciantes locais em troca da “amizade”;

    Quem sabe, eu trataria melhor os colegas e jamais os trataria de meus funcionários;

    Quem sabe, eu dedicasse mais tempo ao Estado e não só pensaria em ganhar $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$ as custas do mesmo;

    Quem sabe, teriam nos bares e padarias fliperamas e mesas de sinucas ao invés de maquinas caça niqueis;

    Quem sabe, nos feriados prolongados eu consiga tomar um banho de mar na Praia Grande ao invés de tomar banho de piscina na cobertura de 2.500.000,00 no Guarujá regada a substancias ilícitas e as “jovens de boa família” do “amigo” da Edgar Faccó.

    Quem sabe, se eu não fizesse um bom trabalho, não fosse presente a comunidade, não desse cana, não apresentasse produção, eu poderia passar minha cadeira para outro com mais competência que eu ao invés de estar aos eternos quatro anos onde o crime e a contravenção local só se multiplica, por conta apenas de compra de cadeira na loja da dupla de ararás azul.

    Quem sabe?

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  13. AO TIRA NA CORDA BAMBA,
    AS ARARAS QUE VOCÊ SE REFERE SÃO OS PARLAMENTARES DO PSDBOSTA? SE FOR, ENTÃO O CHEFE PODE ATÉ CAGAR NA MESA DO DIRETOR DO DECAP QUE AINDA PODE SER QUE ELES GANHEM A CADEIRA DA SECCIONAL.

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  14. Lá vem bomba, novos horários e novas equipes, com a extinção das centrais e enfiando no rabo das CPJs, as quais na realidade, tem de se virar com escalas, apreensões diversas e excesso de inquéritos….SÓZINHA!!!! Ou com o pouco do efetivo que possuem. Em vez de melhorar, só piora!!!! Fui!!!!!

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  15. Primeiro Comando da Capital (PCC) é uma organização criminosa paulistana, criada pela supostamente com o objetivo manifesto de defender os direitos de pessoas encarceradas no país. Surgiu no início da década de 1990 no Centro de Reabilitação Penitenciária de Taubaté, local que acolhia prisioneiros transferidos por serem considerados de alta periculosidade pelas autoridades. A organização também é identificada pelos números 15.3.3; a letra “P” era a 15ª letra do alfabeto português[1] e a letra “C” é a terceira.
    Hoje a organização é comandada por presos e foragidos principalmente no estado de São Paulo. Vários ex-líderes estão presos (como o criminoso Marcos Willians Herbas Camacho, vulgo Marcola, que atualmente cumpre sentença de 44 anos, principalmente por assalto a bancos, no Centro de Readaptação Penitenciária de Presidente Bernardes e ainda tem respeito e poder na facção). O PCC conta com vários integrantes, que financiam ações ilegais em São Paulo e em outros estados do país.
    Índice [esconder]
    1 História
    2 Estatuto
    3 Movimentos
    4 Ver também
    5 Referências
    6 Ligações externas
    [editar]História

    PCC foi fundado em 31 de agosto de 1993 por oito presidiários, no Anexo da Casa de Custódia de Taubaté (130 quilômetros da cidade de São Paulo), chamada de “Piranhão”, até então a prisão mais segura do estado de São Paulo.Durante uma partida de futebol, quando alguns detentos brigaram e como forma de escapar da punição – pois várias pessoas haviam morrido – resolveram iniciar um pacto de confiança.
    Era constituído por Misael Aparecido da Silva, vulgo “Misa”, Wander Eduardo Ferreira, vulgo “Eduardo Gordo”, António Carlos Roberto da Paixão, vulgo “Paixão”, Isaías Moreira do Nascimento, vulgo “Isaías”, Ademar dos Santos, vulgo “Dafé”, António Carlos dos Santos, vulgo “Bicho Feio”, César Augusto Roris da Silva, vulgo “Cesinha”, e José Márcio Felício, vulgo “Geleião”.
    O PCC, que foi também chamado no início como Partido do Crime,a rumores tambem que tenha se chamado Partido Comunista Carcerario, afirmava que pretendia “combater a opressão dentro do sistema prisional paulista” e “vingar a morte dos cento e onze presos”, em 2 de outubro de 1992, no “massacre do Carandiru”, quando a Polícia Militar matou presidiários no pavilhão 9 da extinta Casa de Detenção de São Paulo. O grupo usava o símbolo chinês do equilíbrio yin-yang em preto e branco, considerando que era “uma maneira de equilibrar o bem e o mal com sabedoria”.
    Em fevereiro de 2001, Sombra tornou-se o líder mais expressivo da organização ao coordenar, por telefone celular, rebeliões simultâneas em 29 presídios paulistas, que se saldaram em dezesseis presos mortos. Idemir Carlos Ambrósio, o “Sombra”, também chamado de “pai”, foi espancado até a morte no Piranhão cinco meses depois por cinco membros da facção numa luta interna pelo comando geral do PCC.
    O PCC começou então a ser liderado por “Geleião” e “Cesinha”, responsáveis pela aliança do grupo com a facção criminosa Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro. “Geleião” e “Cesinha” passaram a coordenar atentados violentos contra prédios públicos, a partir do Complexo Penitenciário de Bangu, onde se encontravam detidos. Considerados “radicais” por uma outra corrente do PCC, mais “moderada”, Geleião e Cesinha usavam atentados para intimidar as autoridades do sistema prisional e foram depostos da liderança em Novembro de 2002, quando o grupo foi assumido por Marcos Willians Herbas Camacho, o “Marcola”. Além de depostos, foram jurados de morte sob a alegação de terem feito denúncias à polícia e criaram o Terceiro Comando da Capital (TCC). Cesinha foi assassinado em presídio de Avaré, São Paulo.
    Sob a liderança de Marcola, também conhecido como “Playboy”, atualmente detido por assalto a bancos, o PCC teria participado no assassinato, em Março de 2003, do juiz-corregedor António José Machado Dias, juiz da Vara de Execuções de Presidente Prudente, que, por aplicar a lei corretamente, não abrindo exceções, como regalias e visitas íntimas ao presos que se encontravam no CRP de Presidente Bernades, cumprindo interdição por liderarem mortes dentro das prisões, rebeliões, sequestros e controlar o crime organizado, foi morto covardemente por membros do PCC, a mando de Marcola e Gege do Mangue. A facção tinha recentemente apresentado como uma das suas principais metas promover uma rebelião de forma a “desmoralizar” o governo e destruir o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), onde os detidos passam vinte e três horas confinados às celas, sem acesso a jornais, revistas, rádios ou televisão por apresentarem alto risco a sociedade.
    Com o objetivo de conseguir dinheiro para financiar o grupo, os membros do PCC exigem que os “irmãos” (os sócios) paguem uma taxa mensal de cinquenta reais, se estiverem detidos, e de Mil reais, se estiverem em liberdade. O dinheiro é usado para comprar armas e drogas, além de financiar ações de resgate de presos ligados ao grupo.
    Para se tornar membro do PCC, o criminoso precisa ser, apresentado por um outro que já faça parte da organização e ser “batizado” tendo como padrinho 3 “irmãos”, um “irmão” só pode batizar outro membro 120 dias após ele ter sido batizado e o novo “irmão” tem de cumprir um estatuto de dezesseis itens, redigido pelos fundadores e atualizado pelo Marcos Camacho.
    Diante do enfraquecimento do Comando Vermelho do Rio de Janeiro, que tem perdido vários pontos de venda de droga no Rio, o PCC aproveitou para ganhar campo comercialmente e chegar à atual posição de maior facção criminosa do país, com ramificações em presídios de vários estados do Brasil como Mato Grosso do Sul, Paraná, Bahia, Minas Gerais e outros mais.
    [editar]Estatuto

    O estatuto do Primeiro Comando da Capital foi divulgado em jornais brasileiros no ano de 2001.[2] É uma lista de princípios da organização. O item 7 do documento prevê que os membros “estruturados” e livres devem contribuir com os demais membros presos sob a pena de “serem condenados à morte, sem perdão”.
    [editar]Movimentos

    Em 2001, ocorreu em todo o estado de São Paulo a maior rebelião generalizada de presos da história do Brasil até então. Através do uso de telefones celulares, presos se organizaram e promoveram uma rebelião em presídios tanto do estado de SP, quanto do interior.
    Anos depois, entre os dias 12 e 15 de março de 2006, diversas unidades prisionais do estado de São Paulo foram tomadas por revoltas de seus internos, inaugurando uma série de atos de violência organizada no país.
    Os centros de detenção provisória (CDP) de Mauá, Mogi das Cruzes, Franco da Rocha, Caiuá e Iperó, foram os primeiros a serem tomados pelas rebeliões (12 de março de 2006). Durante o período, outras unidades também foram palco de rebeliões (Cadeia Pública de Jundiaí – 22 de março de 2006, e os “CDPs” de Diadema, Taubaté, Pinheiros e Osasco – 27 de março de 2006).
    Como reivindicações apresentadas, reclamavam os amotinados da superpopulação carcerária, buscando transferência de presos com condenações definitivas para penitenciárias, bem como o aumento no número de visitantes e a modificação da cor dos seus uniformes. Estavam descontentes com a cor amarela e postulavam o retorno para a cor bege de seus uniformes. As rebeliões, algumas com reféns, foram contidas, mas os danos provocados nas unidades comprometeram gravemente a normal utilização.
    Os ataques do Primeiro Comando da Capital continuaram acontecendo com certa constância, em meio a uma onda de violência e diversos outros atos (nem todos comprovadamente originados da organização) no ano de 2006. Nas primeiras horas do dia 13 de agosto, aproximadamente a meia noite e meia, um vídeo enviado para a Rede Globo de televisão, gravado em um DVD, foi transmitido, no plantão da emissora, para todo o Brasil. Dois funcionários, o técnico Alexandre Coelho Calado e o repórter Guilherme Portanova, haviam sido sequestrados na manhã do dia anterior. Alexandre foi solto, encarregado de entregar o DVD para a Rede Globo. Colocada sob chantagem, a emissora transmitiu o vídeo, com teor de manifesto, após se aconselhar com especialistas e representantes de órgãos internacionais. O repórter Guilherme Portanova foi solto 40 horas após a divulgação do vídeo, à 0h30 do dia 14 de agosto, numa rua do bairro do Morumbi.
    A mensagem, lida por um integrante do PCC, fazia críticas ao sistema penitenciário, pedindo revisão de penas, melhoria nas condições carcerárias, e posicionando-se contra o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). Alguns trechos foram plagiados de um parecer do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária de 14 de abril de 2003.
    O PCC voltou a atacar no mes de junho em 2012 [3]
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  16. quantos bandidos do pcc estao morrendo ou sendo presos… ou sera que so eu vejo que esta maldita facção criminosa esta enfraquecendo. viva a policia eo estado de direito.

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