ALERTA GERAL : Bandidos que devem mais de oito mil reais ao PCC, receberam nesta quinta feira um “salve geral” dando prazo de 15 dias para o pagamento dessas dívidas. O integrante da facção pode, para saldar a dívida matar um policial (civil ou militar). 14

Informações recebidas de forma “anônima”:
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Bandidos que devem mais de oito mil reais ao PCC, receberam nesta quinta feira um “salve geral” dando prazo de 15 dias para o pagamento dessas dívidas. O integrante da facção pode, para saldar a dívida matar um policial (civil ou militar). E agora a pouco recebi de colegas a informação do homicídio que vítimou um colega escrivão de polícia na Vila Prudente…………………………………..
Pela união das forças,, não policia civil e militar, mas sim dos policiais que realmente são policiais (quem é de verdade sabe quem é de mentira)..não importa se PM – PC ou GCM.

JOW FAZ HOMENAGEM AOS COLEGAS DO DP-1 DE 2006: “Ser delegado de polícia é privilégio de poucos.” 7

Prezado Guerra,
Em homenagem aos Delegados aprovados no concurso DP 1/2006 (aquele que teve Ivaney Caires de Souza como presidente da comissão. rss), solicito ampla divulgação (por alguns dias) da notícia da nossa formatura no Jornal da Polícia “Flit Paralisante”. Com muita felicidade anuncio que na data de 7/05/2010 cumprimos o período do estágio probatório. Sobrevivemos ! Lembro muito bem no primeiro dia de aula da acadepol. Todos felizes e eufóricos para começar o curso, afinal esperamos mais de 5 meses a nomeação. Então, no primeiro dia a Diretoria da Acadepol marcou uma palestra com o então Diretor Marco Antônio Desgualdo no auditório da Academia uma palestra com o Delegado. A palestra não foi aquelas coisas.. Dentre outras coisas, o palestrante dizia que ladrão temia quando o policiai o prendia e engatilhava o cano do revólver na sua boca. Fora esses ensinamentos (rss), foi destaque uma frase escrita à giz em uma lousa que havia ao lado esquerdo da mesa onde estavam os palestrantes. Estava escrito em letras maiúsculas “Deixem suas esperanças do lado de fora”. È sério !! Agora, pesquisando a notícia da formatura na internet, lembro com pesar que nos impuseram Ronaldo Marzagão como paraninfo da turma. Veja essa foto da mesa das autoridades. Malheiros (aquele que dizia que sua canetada valia mais que o PA da Corregepol), Maurício Swat (aquele que sobrevuou o confronto no Morumbi em companhia do Coronel PM e SSP Marzagão (aquele que desconhecia tudo que era feito na SSP).
“Ser delegado de polícia é privilégio de poucos”
Forte abraço aos colegas (sobreviventes) do concurso DP 1/2006.
Segue a notícia,
Att. Jow !

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Sexta-feira, 11/01/08 – 22:57

Polícia Civil forma 204 novos delegados para atuar na Capital e na Grande São Paulo

Na noite desta sexta-feira (11), foi realizada a formatura dos 145 homens e 59 mulheres que participaram por quase oito meses do Curso de Formação Técnico-Profissional na Academia de Polícia (Acadepol) “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”. A cerimônia aconteceu no salão nobre da Faculdade de Direito da USP e contou com a presença de diversas autoridades policiais do Estado, entre elas o delegado geral Maurício Lemos Freire e o secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, escolhido como o patrono da turma, e que também representou o governador José Serra.

O curso deste ano marca uma inovação na história da Polícia Civil: pela primeira vez em 102 anos, os formandos tiveram a oportunidade de escolher os lugares onde irão trabalhar daqui para a frente, seguindo um critério de classificação (notas) no curso. Os novos 204 delegados já começaram a atuar nos Distritos Policiais selecionados, na Capital e na Grande São Paulo, a partir desta segunda-feira (14).

Para Marina Cerqueira Correa da Silva, a segunda colocada, com 95,95 pontos, a mudança nos métodos de escolha foi muito boa. “Eu acho um critério muito justo e objetivo porque permitiu a quem realmente se dedicou na Academia que pudesse escolher o lugar que gostaria de trabalhar”. Marina escolheu o 20º DP, na Água Fria, zona norte da Capital, e disse estar muito feliz por este ser um Distrito modelo.

Maria Jurema Brandão Ricci Heib, que já está a 12 anos na carreira policial, foi a 12ª colocada no curso. Ela ficou feliz por ter conseguido escolher a região em que vai trabalhar, mas lembrou que todas as delegacias tem seus prós e contras. “Em todas estaremos lidando diretamente com a criminalidade, então não podemos considerar como áreas boas ou ruins, mas sim como áreas que precisam de delegados de polícia atuantes”, afirmou a formanda.

A oradora da turma, Priscila Alferes, comentou em seu discurso o fato de esta ter sido a única turma que teve o privilégio de escolher a unidade onde cada um exercerá suas funções. “Achei ótimo porque assim todo mundo tem que se dedicar pra conseguir uma posição melhor e ter a chance de trabalhar onde gostaria”, afirmou. Em cima do púlpito, ela também lembrou “a honra” de ter tido como avaliador na matéria de tiro com pistola o próprio delegado geral, Maurício Freire, que foi o paraninfo desta turma.

O secretário Marzagão também falou e agradeceu aos formandos por ter sido eleito o patrono da turma. Em seguida, salientou que essa foi uma semana bastante especial para a Segurança Pública do Estado. “Primeiro por recebê-los, senhoras e senhores, no quadro de delegados da Polícia Civil. Também pelo novo critério de seleção utilizado para definir os locais para onde vocês serão encaminhados. Além disso, nessa semana, a Polícia Civil de São Paulo mostrou para toda a sociedade o seu importante papel no combate à criminalidade, mostrando eficiência e rapidez na elucidação em um dos crimes de maior repercussão dos últimos tempos, o furto das obras do Museu de Arte de São Paulo. Isso demonstrou, mais uma vez, a incontestável competência da nossa polícia”, declarou, seguido de calorosas palmas do público presente.

Por fim, o secretário citou uma estrofe do hino da Polícia Civil de São Paulo e deixou uma mensagem para os formandos. “Ser delegado de polícia é privilégio de poucos. E essa incumbência está nas mãos de quem pode e merece tê-la. Bem-vindos à Polícia Civil do Estado de São Paulo”, concluiu Marzagão.

Daniel Cunha

http://www.ssp.sp.gov.br/noticia/lenoticia.aspx?id=5515#3

TUMA SE DIZ CORNO ( último a saber ), mas relatório da PF mostra ação de Tuma Jr. para liberar contrabando de chinês 2

Relatório da PF mostra ação de Tuma Jr. para liberar contrabando de chinês

Operação Wei Jin. O secretário nacional de Justiça é suspeito de ter usado o cargo para favorecer negócios ilegais de Fang Ze, integrante do esquema de Paulo Li, que é apontado pela Polícia Federal como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo

O Estado de S.Paulo

Relatório de inteligência da Polícia Federal obtido pelo Estado coloca o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, como suspeito de ter usado o prestígio do cargo para liberar mercadorias apreendidas de um chinês investigado por contrabando e evasão de divisas.

A suspeita é baseada numa sequência de telefonemas em que Tuma Júnior e seu braço direito no Ministério da Justiça, o policial Paulo Guilherme Mello, o Guga, tratam de assuntos de interesse do chinês Fang Ze, apontado nas investigações como integrante da rede de negócios de Li Kwok Kwen, ou Paulo Li, o homem que a PF diz ser um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo.

O relatório de inteligência aponta “possível comprometimento de Romeu Tuma Júnior com Fang Ze”. E diz que o secretário se vale do assessor Mello “para resolver eventuais problemas que lhe possam incriminar”. A PF sustenta que, a mando de Tuma Júnior, Mello fez contato com o Fisco de São Paulo para liberar mercadorias de Fang Ze. As conversas sobre o assunto foram interceptadas com autorização da Justiça.

Num dos diálogos, em 2 de julho do ano passado, Mello telefona para um servidor de nome Ricardo e cobra uma solução para o caso: “Eu tô aqui com o chefe, ele tá me cobrando aquele… aquela posição daquele negócio lá, rapaz, do… que eu te pedi lá com o inspetor lá”. “Qual? Do japonês lá não sei o quê?”, pergunta o funcionário.

O assessor de Tuma volta a telefonar. Dessa vez, passa o nome da empresa de Fang, a V-Top Decorações, e seu CNPJ. “Esse aí você já tinha pedido pra ver?”, indaga Ricardo, indicando que essas ações eram corriqueiras.

Em seguida, Mello cita o secretário nacional de Justiça como interessado na liberação das mercadorias. “Você me ligou, me apresentou pro cara lá, ainda cê falou que era pedido do Tuma, aí o chefe tá me atazanando a vida aqui”, diz o assessor do secretário, que relata o problema: “De fato eles suspenderam e tudo, mas não devolveram o material do cara”. Ricardo promete cuidar do assunto. “Vou dar uma olhada, então.”

O Estado identificou o funcionário como Ricardo de Mello Vargas, delegado de Polícia Civil lotado na Divisão de Crimes Contra a Fazenda. Indagado sobre os diálogos, ele confirmou ter recebido o pedido, mas negou ter solucionado, como queriam Tuma e o assessor. “Sempre falo que vou ver, mas não faço nada. Nem conheço esse chinês.” Num dos contatos, o delegado usa o telefone da Secretaria Estadual de Fazenda, onde funciona a divisão.

Determinação. A PF define assim a sequência de conversas: “No diálogo travado entre Guilherme e Ricardo, o primeiro diz que está atendendo a determinação de seu chefe – Romeu Tuma Júnior -, haja vista que Fang Ze teve bens apreendidos e desejava sua liberação.”

“Pode-se concluir que Fang Ze provavelmente sofreu ação do Fisco do Estado e pediu a interferência de Romeu Tuma Júnior, o qual determinou que Guilherme o fizesse, no sentido de obter a liberação de seus bens apreendidos”, diz o relatório.

O documento faz menção a diálogos que ligam o secretário diretamente a Fang. Numa das conversas, a secretária de Tuma Júnior diz: “… Ele pediu para ligar para o senhor (Fang) que ele vai estar em São Paulo este final de semana e quer saber se o senhor pode encontrar com ele.” Em outro diálogo, é o próprio Tuma quem combina um jantar do qual participariam Fang Ze e Paulo Li. Procurado ontem pela reportagem, Tuma Júnior não quis dar entrevista.

Pedido

LUIZ PAULO BARRETO
MINISTRO DA JUSTIÇA

“Conversei com o diretor-geral e fiz um ofício solicitando informações, a fim de poder avaliar melhor esse inquérito”

OUTROS DIÁLOGOS INTERCEPTADOS

2 de julho de 2009
17h43min35s
O policial Paulo Guilherme Mello telefona para Ricardo, um funcionário do Fisco, para resolver um problema do chinês Fang Ze.
Mello – Eu tô aqui com o chefe (Tuma Jr.), ele tá me cobrando aquele… negócio lá (…)
Ricardo – Qual? Do japonês lá não sei o que? (…)
Mello – É aquele lá do shopping, do Shopping Norte.
Ricardo – Tá, eu sei, mas não vou lembrar, cê tem que… você tem que me passar (…)

3 de julho de 2009
11h44min41s
Mello telefona para Ricardo, para repassar os dados da empresa de Fang Ze. Desta vez, cita Tuma nominalmente.
Mello – Oh Ricardão (…)
Ricardo – Cê tem o nome lá?
Mello – Tenho. Tenho nome e CNPJ. É V.Top… é… V.Top (…)
Ricardo – Pronto.
Mello – Ah?
Ricardo – Esse aí cê já tinha pedido pra ver?
Mello – Não, eu fui com você, você me ligou, me apresentou pro cara lá, ainda cê falou que era pedido do Tuma, aí o chefe tá me atazanando a vida aqui.
Ricardo – Vou dar uma olhada então.
Mello – Porque de fato o procedimento ele suspenderam e tudo, mas não devolveram o material do cara (…)

6 de julho de 2009
12h54min59s
Tuma Jr. pede a outro auxiliar, Luciano Pestana, que entre em contato com Fang Ze, a quem, segundo a PF, eles chamavam pelo codinome Tomas.
Tuma Jr. – O Tomas te entregou o negócio aí, não?
Pestana – Não encontrei com ele. Ele não veio, nem o Paulinho (segundo a PF, é Paulo Li)
Tuma Jr. – Dá uma ligada pra ele, pede pro Guilherme ligar. Que deu um problema no computador que ele pegou pra mim, pedi pra ele te entregar que cê ia trazer hoje.
Pestana – Já tô ligando. Positivo. Aqui tudo sob controle, tudo tranquilo, viu chefe?
Tuma Jr. – Belezinha.

Conselho
O ex-ministro da Justiça Tarso Genro confirmou que foi procurado por Tuma Jr. – que lhe disse estar sendo grampeado pela PF – e que o aconselhou a procurar a PF para prestar esclarecimentos.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100507/not_imp548247,0.php

ESSA LIBRA É AQUELA DOS MANOS DO NALDO? “VIXIT”, VOU ESCAPAR DE “CANOIA” 2

2010/05/06 at 11:18 – MEGANHA DO SEU ZÉ

E A CRIMINALIDADE EXPLODE NA BAIXADA SANTISTA,SENDO QUE SEU COMANDANTE O CORONEL BRANDÃO ENTROU PARA RESERVA DO QUADRO DE OFICIAIS DA MEGANHA DO SEU ZÉ,DETALHE SÓ DEPOIS QUE FOI DENUNCIDO PELA POLÍCIA FEDERAL QUE GRAMPEOU SEU TELEFONE,E DESCOBRIU QUE SEU NEXTEL ERA PAGO PELA EMPRESA LIBRA QUE COMANDA O PORTO DE SANTOS POR ONDE ENTRA A …,TAMBÉM ESQUEMA COM CASAS DE PROSTITUIÇÃO DA BAIXADA E DE SÃO PAULO E…,INFELIZMENTE NÃO É DIVULGADO,PORQUE SERÁ QUE A BAIXADA SANTISTA TÁ PEGANDO FOGO?TODA AÇÃO TEM UMA REAÇÃO,NÃO ACHO QUE SE DEVA CRIAR GRUPOS DE EXTERMINIO COMO RESPOSTA,BANALIZANDO A VIDA E DEIXANDO DE COBRAR DE QUEM DE DIREITO,SERÁ QUE SÓ O CORONEL BRANDÃO COMETEU CRIME?O QUE ACONTECEU ATRAZ DAS CORTINAS,PORQUE NÃO FOI INSTAURADO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO PARA QUE O MESMO NÃO SE APONSENTA-SE?,SERÁ QUE VÃO CONTINUAR FAZENDO MÉDIA EM CIMA DA TROPA PUNINDO EXEMPLARMENTE POLICIAIS SUBALTERNOS?ISSO RESOLVE O SISTEMA?ENQUANDO A HIPOCRISIA CONTINUAR EXISTINDO,VAMOS CONTINUAR DO MESMO GEITO AÍ O COMANDO DA MEGANHA FAZ O QUE QUER,A TROPA PRIVATIZA A SEGURANÇA DE SP,E ALGUNS INFELIZES POLICIAIS SE BATIZAM NO PARTIDO,MATAM CORONEIS E INVESTIGADORES E TÁ TUDO CERTO?ERRADO ACHO QUE ESTOU EU DIZENDO ESSAS COISAS E CORRENDO RISCO DE VIDA,QUE DEUS ABENÇOE A TODOS É NOSSA ÚNICA ESPERANÇA.

TUMA Jr.: UM SECRETÁRIO NACIONAL DE JUSTIÇA QUE MANCHA A POLÍCIA CIVIL PAULISTA 43

Planalto cobra explicação convincente de Tuma Jr. para suspeitas da PF

Operação Wei Jin. Declarações do secretário nacional de Justiça foram consideradas insuficientes pelo ministro Luiz Paulo Barreto, o que pode tornar a situação ‘insustentável’; paralelamente, articuladores do governo tentam colocar ‘panos quentes’ no caso

06 de maio de 2010 | 0h 00

Tânia Monteiro e Leandro Colon, BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

O Palácio do Planalto considerou insuficientes as explicações do secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, captado por escutas telefônicas legais da Polícia Federal em troca de favores com um dos chefes da máfia chinesa no Brasil, Li Kwok Kwen, o Paulo Li. 

Na avaliação do governo, o silêncio de Tuma Júnior – que é delegado da Polícia Civil de São Paulo – somado ao desdobramento das investigações pode tornar a situação do secretário “insustentável”. Paralelamente, articuladores do Planalto ainda tentam colocar “panos quentes” no caso.

Expoente da hierarquia do Ministério da Justiça, Tuma Júnior comanda áreas estratégicas como o Departamento de Recuperação de Ativos (DRCI), que é responsável pelo rastreamento de dinheiro ilegal no exterior, e o Departamento de Estrangeiros.

Como o Estado revelou na edição de ontem, o secretário nacional de Justiça mantinha estreita ligação com Paulo Li, hoje um presidiário na capital paulista.

Li foi preso pela PF com mais 13 pessoas, sob acusação de comandar uma quadrilha especializada no contrabando de telefones celulares falsificados, procedentes da China, durante a Operação Wei Jin (trazer mercadoria proibida, em chinês), deflagrada em setembro de 2009.

Sob o impacto do noticiário, Tuma Júnior preferiu silenciar, dar declarações sucintas a imprensa e ofereceu explicações consideradas fracas para seu superior hierárquico, o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto.

Entrevista. O secretário chegou a convocar a imprensa para uma entrevista coletiva. Prometeu que se defenderia publicamente, mas depois desistiu.

Em um movimento para não atrair para o Planalto o escândalo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu a senha para Barreto exonerar o auxiliar.

Lula “despolitizou” Tuma Júnior, filho do senador Romeu Tuma (PTB-SP), aliado do governo, afirmando que esse era um assunto do Ministério da Justiça. “Eu vi informações hoje (ontem) sobre o delegado Romeu Tuma. Primeiro tem de esperar a investigação. Todo mundo sabe que é um delegado muito experimentado na polícia brasileira. É um homem que tem uma folha de serviços prestados ao País”, disse.

“Se há uma denúncia contra ele, a única coisa que temos de fazer, antes de precipitarmos decisão, é investigar da forma mais democrática possível”, afirmou o presidente Lula, no Palácio do Itamaraty, onde recebeu as credenciais de novos embaixadores estrangeiros.

Enredo. Mas as idas e vindas do secretário e a escassez de respostas colocaram o Planalto no enredo. À tarde, Barreto foi chamado para uma reunião no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória da Presidência da República.

Oficialmente, ele foi lá para tratar da Comissão da Verdade, prevista no decreto do Plano Nacional de Direitos Humanos. Barreto teria sido orientado a exigir explicações que sufocassem a crise ou a abreviasse, com a exoneração do secretário nacional de Justiça.

Depois do encontro com o presidente Lula e outros ministros, Barreto saiu sem falar com a imprensa.

Sob pressão. Ao chegar para trabalhar pela manhã, Tuma Júnior reuniu-se com seus principais assessores para analisar sua defesa. Foi então chamado para uma reunião às pressas com o ministro na hora do almoço. O encontro não estava agendado. Tuma Júnior defendeu-se e afirmou ao ministro que não havia praticado nada de irregular.

Antes desse encontro, a reportagem do Estado o abordou nos corredores do ministério. O secretário tentou demonstrar tranquilidade e afirmou que não era dono do cargo que ocupa no governo. “Eu não sou do cargo”, declarou Tuma Júnior.

Logo depois, minimizou as acusações: “Eu não fiz nada”. Indagado sobre as relações com o chinês Paulo Li, o secretário partiu para a ironia: “Eu não sou racista”.

No início da tarde, após a reunião com o ministro, foi questionado pelo Estado sobre sua permanência no governo. Ele desconversou: “Primeiro o serviço, depois a fofoca”.

A assessoria do Ministério da Justiça avisou os jornalistas que, para comentar as acusações, ele daria uma entrevista coletiva após a reunião que teria sobre Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp), com a participação de secretários estaduais de Justiça, representantes do Ministério Público, da Advocacia Geral de União (AGU) e do Poder Judiciário.

Destino. Ele, aliás, comandou essa reunião da Enasp, que contou com a presença do ministro Barreto por alguns minutos. Tuma Júnior, no entanto, ausentou-se da sala por cerca de 40 minutos. Seu destino foi incerto. Depois da reunião, ele informou que não daria mais a prometida entrevista, alegando que não teve acesso à investigação.

Ô Tuma, sua filha é bonita, meu? Eu passei acabei de ser aprovado no concurso pra auxiliar de datislocopista. Serve? EDUARDO, BONITA PRA CACETE…PORRA MEU, LINDONA COMO O PAI, MAS NÃO VIVE COM O CARALHO NA BOCA! 5

 4 Carlos Tanabe 06 de maio de 2010 | 2h 32Denunciar este comentário

Se o secretário nacional de Justiça age dessa forma, o que esperar da justiça desse nosso sofrido país??? Será que só haverá a justiça feita com as próprias mãos??? Será a falência total das instituições??? Com certeza, nosso míope presidente (minúsculas por não merecer ser chamado de Presidente) dirá que nada sabe e nada viu…Muitas vezes tenho vergonha de ser brasileiro, um povo que escolhe tão mal seus representantes.

  3 eduardo araujo

06 de maio de 2010 | 1h 43Denunciar este comentário

A sujeira é tanta que o Lulla nem ordenou a demissão desse bandido. O mais correto é ter a prisão preventiva decretada porque corre o risco desse cara comprometer provas e intereferir no processo, mas como é bandido rico, nada acontece. Quero ver quem é o macho que vai pedir a prisão preventiva desse larápio. 

2 eduardo araujo

06 de maio de 2010 | 1h 41Denunciar este comentário

Ô Tuma, sua filha é bonita, meu? Eu passei acabei de ser aprovado no concurso pra auxiliar de datislocopista. Serve?  1 Leonel Colombo

06 de maio de 2010 | 0h 25Denunciar este comentário

Este filho do Senador Tuma, par começo de conversa, não deveria estar neste cargo, ocupa a mesma, graças, a um acordo, conchavo, maozinha, ou v]semvergonhice mesmo, do seu pai, o senador, na época, que foi nomeado, a impresa, publicou, que o Tuma, fez um acordo, nada ético, nem moral, que daria apoio ao planalto, em alguma safadeza, do planalto, em troca, da nomeação do filho, para este cargo, pelo visto, não vai dar em nada, pois o LULLA, disse, que precisa ser muito investigaddo, que a democracia e tal, … quando ele fala isto, é sinal que os petralhas não estão nem aí, com a verdade.. Mas, isto é o Brasil, o Tuminha que arranje outro genro, pois este é muito burro, para nçao passar em concurso par escrivão.

TUMINHA, TEU GENRO SEGUIRÁ A TRAJETÓRIA DA FAMÍLIA: “INGRESSO PELA PORTA DOS FUNDOS”…ALIÁS, CONTA PRA NÓS COMO VOCÊ FOI APROVADO EM 1986? AH, REVISÃO DE PROVA! 7

PF mostra lobby de Tuma Jr. em favor de ‘genro’

05 de junho de 2010 | 0h 01

Ligações mostram que delegado ficou irritado quando soube que namorado da filha não foi aprovado em concurso para escrivão da Polícia Civil

Rodrigo Rangel, de O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA – Novos diálogos interceptados pela Polícia Federal revelam detalhes de uma articulação do secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, para conseguir aprovar o genro em um concurso público para preenchimento de vagas de escrivão da Polícia Civil de São Paulo.

De acordo com as gravações, às quais o Estado teve acesso, antes mesmo da aplicação das provas, Tuma Júnior já havia feito chegar à Academia de Polícia de São Paulo, órgão encarregado de realizar os concursos da Polícia Civil, o heterodoxo pedido: queria, de todo modo, que o namorado da filha fosse aprovado.

As conversas mostram que Tuma Júnior ficou irritado quando soube que seu “futuro genro” havia ficado fora da lista de aprovados. É quando começa uma sucessão de telefonemas para tentar reverter o resultado. Do outro lado da linha, em todos os diálogos, estava o policial Paulo Guilherme Mello, o Guga, braço direito de Tuma Júnior no Ministério da Justiça.

Mello, um dos alvos da investigação da Polícia Federal, havia sido encarregado por Tuma Júnior para cuidar da “aprovação” do genro do secretário.

‘Pedidos’.

O próprio secretário nacional de Justiça trata do assunto num dos telefonemas, em 19 de junho do ano passado. “Vê com aqueles cornos lá o que aconteceu lá, naquele rapaz lá, que cê foi falar aquela vez”, ordenou a Mello.

Como o resultado já estava publicado, o próprio Tuma sugeriu que uma solução seria o genro apresentar um recurso – o que, em sua avaliação, poderia ajudar a reverter a reprovação. “Eu mandei ele fazer recurso”, disse o secretário.

O assessor Mello relata as providências que adotara para atender ao pedido do chefe. “Eu falei com a pessoa que cê mandou eu falar (…) e aquele dia mesmo ele já ligou pra alguém, né, na minha frente.” Tuma Júnior lamenta mais uma vez: “Que sacanagem, cara”. Nas conversas, nem ele, nem seu assessor dizem o nome do genro do secretário.

Ao ouvir a cobrança do chefe, o assessor afirma que voltou à pessoa que havia procurado inicialmente para transmitir o pedido: “Eu falei inclusive hoje de novo com ele, com o moço lá, e ele… ele falou que ia falar com o cara.” Por fim, Mello atalha: “Agora, se tem essa possibilidade do recurso, depois eu entro em contato com ele, já me dá uma cópia aí eu levo pra ele de novo.”

A pessoa com quem Mello disse ter conversado, de acordo com os relatórios da Polícia Federal, é o delegado Antônio Carlos Bueno Torres, atualmente lotado no Denarc.

No contato, duas horas antes do diálogo com Tuma, Mello cobrou do delegado: “Escuta, você lembra que eu fui te visitar e o Leocádio (segundo a PF, Leocádio é como o assessor se refere a Tuma) pediu pra eu te passar o nome de uma pessoa?”. “Positivo”, responde Torres. “Então, ele chegou (…) de viagem hoje cedo e me cobrou isso aí, falou que não virou lá o negócio, né, e pediu pra ligar pra você pra perguntar o que aconteceu (…) Depois você liga pra ele lá, hein.”

O delegado Torres de pronto lembra do pedido – “P., era do futuro genro dele” – e afirma ter repassado a demanda para um certo Adilson, que a PF ser o delegado Adilson Vieira Pinto, diretor da Academia de Polícia de São Paulo. “Pô, falei direto com o Adilson, que é o diretor lá. Eu vou tentar reconstituir aí”, diz o delegado. “Então, ele vai te cobrar aí”, afirma o assessor. O delegado promete empenho: “C…, eu vou correr atrás aí…”

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Esse “Cornão Gordo”  faz da Polícia Civil uma latrina. Maldita a eleição que votei nesse  filho de outro corno classe especial.

“Não tive acesso nenhum a essa investigação, portanto é impossível falar sobre ela. Fica um compromisso meu a vocês de falar sobre isso tão logo eu saiba”, 13

05/05/2010 18h43 – Atualizado em 05/05/2010 19h09

Tuma Jr. diz desconhecer operação que o liga a máfia chinesa

Gravações da PF mostram telefonemas de Paulo Li a secretário, diz jornal.
Chinês foi denunciado pelo MP por formação de quadrilha e está preso.

Débora Santos e Mariana Oliveira Do G1, em Brasília e em São Paulo

Não tive acesso nenhum a essa investigação, portanto é impossível falar sobre ela. Fica um compromisso meu a vocês de falar sobre isso tão logo eu saiba”
Romeu Tuma Júnior, secretário nacional de Justiça

O secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, disse nesta quarta-feira (5) que só vai se manifestar sobre sua suposta ligação com Li Kwok Kwen, conhecido como Paulo Li e apontado pela Polícia Federal como o chefe da máfia chinesa em São Paulo, após ter informações sobre a investigação do órgão.

Gravações telefônicas e e-mails interceptados pela Polícia Federal, durante investigação sobre contrabando, apontam ligação entre Tuma Júnior e Paulo Li, segundo reportagem publicada nesta quarta pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. Li foi denunciado pelo Ministério Público Federal no fim do ano passado por formação de quadrilha e descaminho e está preso.

“Não tive acesso nenhum a essa investigação, portanto é impossível falar sobre ela. Fica um compromisso meu a vocês de falar sobre isso tão logo eu saiba”, disse Tuma Júnior no final da tarde a jornalistas que esperavam há mais de três horas por seu pronunciamento no Ministério da Justiça.

Antes do pronunciamento, o secretário se reuniu com o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto. No final da tarde, Barreto foi para o Centro Cultural Banco do Brasil, sede provisória do governo, para uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro não estava na agenda oficial da Presidência. Segundo a assessoria do ministério, a reunião foi convocada por Lula.

O secretário nacional da Justiça, Romeu Tuma Júnior, em coletiva de imprensa nesta quarta (5)O secretário de Justiça, Romeu Tuma Júnior,
nesta quarta (5) (Foto: Ed Ferreira/Ag. Estado)

Investigações
A suposta ligação entre Tuma Júnior e o chinês teria sido identificada em gravações telefônicas durante as investigações da Operação Wei Jin, em setembro do ano passado. Segundo reportagem publicada nesta quarta pelo jornal “O Estado de S.Paulo”, ao ser preso sob suspeita de comandar uma quadrilha de contrabando, Paulo Li teria telefonado para Romeu Tuma Júnior na frente dos agentes federais que cumpriam o mandado.

Dias após a prisão, Tuma Júnior teria ligado para a Superintendência da PF em São Paulo, onde corria a investigação, e pediu para ser ouvido. O depoimento teria ocorrido em um sábado e o secretário alegou, segundo o jornal, que não sabia de atividades ilegais de Li.

As gravações revelariam, segundo a reportagem do jornal, que o secretário de Justiça era cliente do suposto esquema de contrabando. Paulo Li, apontado como chefe da quadrilha, está preso desde setembro.

A denúncia, que não cita Tuma Júnior, foi oferecida pelo Ministério Público Federal em outubro e recebida pela Justiça Federal no mesmo mês. Paulo Li e outras pessoas foram acusadas de formação de quadrilha e descaminho. Nesta sexta-feira (7), serão realizadas audiências das testemunhas de defesa.

O advogado Alberto Zacharias Toron, que defende Paulo Li, afirmou que desconhece uma suposta ligação entre seu cliente e o secretário de Justiça. “Ele nunca comentou qualquer relação com uma ou outra pessoa”, disse.

Informações privilegiadas
Além da suposta ligação entre Paulo Li e Tuma Júnior, as investigações também indicam que um dos réus no processo, Lee Men Tak, tinha informações privilegiadas sobre as operações da Polícia Federal.

“A defesa de Lee Men Tak (…) manifestou-se aduzindo ser imprescindível a verificação, na portaria da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, de quantas visitas fez o acusado àquele órgão, e em quais repartições se dirigiu, já que não há dados, nos autos, de que o corréu visitava constantemente aquele órgão. Justifica seu pedido alegando que, apesar da afirmação de que o corréu teria amigos e contatos dentro da Polícia Federal, nenhuma pessoa foi indicada como sendo o seu contato. Além disso, aduz não ter sido indicado sequer uma informação sigilosa a respeito de operações realizadas pela Polícia Federal. Afirma que, com o deferimento do pleito, será possível verificar se de fato o réu visitou aquele órgão, a fim de que se possa contrapor a sua palavra frente à de seus interlocutores, registradas na interceptação telefônica”, diz um trecho do processo em andamento na 3ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

A defesa de Paulo Li diz também desconhecer que ele recebesse informações privilegiadas da PF.

O G1 procurou as superintendências da PF de São Paulo e em Brasília, mas ambas não se pronunciaram sobre as investigações. A PF de Brasília não confirmou se há uma investigação em andamento relacionada ao secretário de Justiça.

SUELY, COMPREI O LIVRO DOS Drs. ALBERTO ANGERAMI & NESTOR SAMPAIO PENTEADO FILHO – PELO PREÇO DE R$ 88,35 A VISTA – PARA PROVAR QUE OS DOIS LUMINARES FORAM E SÃO PERNICIOSOS AOS MEUS INTERESSES FUNCIONAIS…ABSOLUTAMENTE PARCIAIS FABRICARAM FALSA DOUTRINA BUSCANDO DAR SUSTENTAÇÃO A BOÇALIDADE ADMINISTRATIVA POR ELES DEFENDIDA 13

2010/05/05 at 8:29 –  SUELY

Dr.Guerra,

Não acredito que o Sr.gastou seu dinheiro suado, para comprar este livro .
Existem no mercado excelentes autores de livros juridicos, não me lembro de professores terem indicado a compra destes autores , a não ser internamente falando.

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O livro –  por cuidado da editora – traz na capa: INDICADO PARA PROVAS E CONCURSOS POLICIAIS.

 Em face dessa advertência não pode ser qualificado como estelionato doutrinário. Obra limitada a comentários perfunctórios fundados em doutrinadores vetustos, jurisprudência superada e provas de concursos antigos. Metade do livro apresenta coletânea de legislação policial – de outros estados, inclusive – com breves anotações.

Por tudo não merece a apresentação feita pelo Doutor REGIS FERNANDES DE OLIVEIRA, pois não se trata de obra profunda e séria,  cientificamente falando. Aliás, o apresentador é defensor do princípio da tipicidade do ilícito administrativo, enquanto os dois –  fundados em conceitos de antanho – professam que o direito disciplinar seja orientado pelo princípio da atipicidade.

Com efeito, os  “juristas” autores da obra “Direito Policial”, nem sequer, de passagem, mencionam a obra “Infrações e Sanções Administrativas”, do prefaciador Regis Fernandes de Oliveira, RT 2ª edição, 2005Imperdoável deselegância para com o ex-Desembargador e atuante deputado federal em prol dos Delegados

Nenhuma, outrossim, das grandes  lições de Egberto Maia Luz (ex- professor da Acadepol). Se bem que Egberto, em linhas gerais, reputava os membros do Conselho da Polícia de ignorantes.  

Tampouco Edmir Netto de Araújo: Curo de Direito Administrativo (de 2009)   ou “O Ilícito Administrativo e seu Processo” (estudos de 1982 e 1983, portanto durante a vigência da Ditadura Militar). Nada, também, das mais modernas teorias ensinadas por Sérgio Ferraz e Adilson Abreu Dallari: Processo Administrativo.  

Entre tantos outros administrativistas cientificamente  contemporâneos.

Os autores nadam muito raso, não passam das praias dos denominados cursos “esquematizados ou sistematizados”.

Verdade, verdade, nada mais que a verdade…Somos escória!  (palavras do Nestor Sampaio P. Filho,  na Adpesp, comentando o meu escrito Gênese do Delegado Covarde ).

Verdade Nestor, nem para escrever  livro sobre a Lei Orgância da Polícia nóisss presta.

TUMA DIZ QUE PROCURARÁ A ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO PARA PREPARAR SUA DEFESA…MELHOR IR PREPARANDO O BOLSO, A AGU NÃO FOI CRIADA PARA DEFESA DE INVESTIGADOS 24

05/05/2010- 10h38

Tuma Jr. discute futuro com ministro da Justiça após escândalo da máfia chinesa

LUCAS FERRAZ
da Sucursal de Brasília

Atualizado às 11h53.

O secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, vai se reunir hoje à tarde com o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, para definir seu futuro. Tuma Júnior é acusado de manter ligação com Li Kwok Kwen, conhecido como Paulo Li e apontado em inquérito da Polícia Federal como chefe da máfia chinesa em São Paulo.

Segundo reportagem publicada na edição desta quarta-feira de “O Estado de S.Paulo”, o secretário foi flagrado em interceptações telefônicas e em troca de mensagens com o chinês, que tinha trânsito livre no órgão do Ministério da Justiça e é acusado de contrabandear produtos eletrônicos da China.

Jamil Bittar/Reuters
O secretário de Justiça, Tuma Jr., apontado pela PF em ligação com máfia chinesa.
O secretário de Justiça, Tuma Jr., apontado pela PF em ligação com máfia chinesa.

Segundo o jornal, quando foi preso na operação da PF, em setembro do ano passado, Li Kwok Kwen ligou para Tuma Júnior. O secretário, que é filho do senador Romeu Tuma (PTB-SP), chegou a prestar depoimento à polícia. Ainda segundo a reportagem, Li negociava também o visto de permanência de chineses no país, atribuição ligada diretamente ao posto ocupado pelo secretário no ministério. Tuma Júnior também dirige o CNCP (Conselho Nacional de Combate à Pirataria), que assumiu no final de abril.

A interlocutores do ministério, Tuma Júnior disse nesta manhã que não sai do cargo, no que depender dele, e que vai procurar a AGU (Advocacia Geral da União) para preparar sua defesa. Ele reclamou ainda de perseguição política. Mas tudo, contudo, vai depender de sua conversa com Luiz Paulo Barreto.

TÁ APREENDIDA! AQUI TEM DONO!…VIEGAS, FIQUE TRANQUILO!…PARA O DELEGADO GERAL ADJUNTO E SEU ASSISTENTE, TAIS CONDUTAS MESMO QUE FOSSEM VERDADEIRAS NÃO O DESABONARIAM…NÃO INGRESSARÁ NO LIVRO DOS “PERSONAE NON GRATAE”; TAMPOUCO SOFRERÁ REMOÇÃO OU PUNIÇÃO SEM AMPLA DEFESA 14

publicado em 04/05/2010 às 22h06:

Delegado que prendeu cinegrafista da Rede
Record será investigado por abuso de poder

Ele é acusado de ter uma empresa de segurança que funciona ilegalmente

Do R7, com Rede Record

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que a Corregedoria da Polícia Civil vai investigar se houve abuso de poder na atitude tomada pelo delegado José Carlos Alves Viegas, do 22º DP, que prendeu o cinegrafista da TV Record durante uma reportagem. O incidente aconteceu na segunda-feira (11) e a câmera usada também chegou a ser apreendida, pois, segundo Viegas, não havia autorização para filmagem.

A reportagem feita Rede Record denunciou que carros apreendidos eram usados por policiais do 22º DP. A repercussão da prisão do cinegrafista Hebert Mota fez com que o governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB) se pronunciasse:

– Tudo isso será apurado e, se houver desvio de função, o delegado será penalizado.

Viegas é acusado de ter uma empresa ilegal de segurança na zona leste da capital, pois ela não tem autorização da Polícia Federal para funcionar. Confira a reportagem do Jornal da Record.

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Vai pra casa meu velho!
Veste pijama, pois Vossa Senhoria ainda não percebeu que estamos no ano de 2010 do século XXI
Resposta boçal a sua: “a câmera está apreendida porque aqui tem dono!”
Quem é o dono?

OUTRA PROVA DE QUE O AUMENTO DA CRIMINALIDADE É CAUSADO PELO ESVAZIAMENTO DO QUADRO POLICIAL CIVIL E MILITAR DO INTERIOR E LITORAL PARA A CAPITAL 1

DQuarta-feira, 5 de maio de 2010 – 06h38

Papo com Editores

Região apresenta índices de violência elevados e supera os números da capital paulista

Da Redação

Créditos: Edison Baraçal

Nos três primeiros meses do ano, Cubatão, Praia Grande e São Vicente registraram índices de violência maiores que o da Capital Paulista. Os três municípios (com mais de 100 mil habitantes) somaram 37 homicídios ante 376 crimes em São Paulo (números absolutos). No entanto, quando considerada a taxa de delito por 100 mil habitantes, os índices ultrapassam a maior cidade do País.

Enquanto em São Paulo houve 3,40 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes, em Cubatão o número é mais que o dobro da capital: 7,14 crimes. Já em Praia Grande, o índice foi de 6,26 e em São Vicente de 3,58.

A taxa por 100 mil habitantes permite comparar os crimes em regiões com populações de tamanhos diferentes.

Quando a comparação é feita com o total de crimes registrados no Estado, cinco cidades da Baixada Santista têm índices maiores de violência: Cubatão, Praia Grande,São Vicente,Guarujá  e Santos.

Entre janeiro e março deste ano, as noves cidades da Baixada Santista somaram 77 homicídios, conforme estatísticas da Secretaria de Segurança Pública divulgadas no último final de semana. O número é 40% maior que o registrado no mesmo período do ano passado: 55.

Em números absolutos, a cidade que teve mais crimes no primeiro trimestre foi Praia Grande, com 16 casos. Depois dela aparece Santos, com 13 homicídios, São Vicente, com 12 e Guarujá, com 10.

Quando considerados os três primeiros meses do ano desde 2008, apenas Itanhaém conseguiu registrar queda no índice de homicídios. Já Guarujá vem mantendo a quantidade de assassinatos nestes períodos.

Para o subcomandante interino do Comando de Policiamento do Interior (CPI-6), coronel Edinaldo Cirino dos Santos, diagnosticar os índices elevados no período é tarefa difícil. “Apenas quando a Polícia consegue identificar os autores e mapear os crimes é possível falar com propriedade”.

No entanto, Cirino admite que a elevação nos crimes registrada no primeiro trimestre pode ter relação com o tráfico de drogas. “O maior fator é entorpecente”. Conforme o subcomandante, há indícios de que houve muitos casos de cobrança de dívidas entre fornecedores e comerciantes de drogas.
 
A Tribuna tentou por dois dias falar com o diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior (Deinter-6), Waldomiro Bueno Filho, para que ele comentasse a elevação no número de homicídios, mas não conseguiu.

No interior

Considerando toda a região do Deinter-6/CPI-6, que integra além das cidades da Baixada Santista outros 14 municípios do Vale do Ribeira, o crescimento da taxa de homicídios no primeiro trimestre deste ano em comparação com 2009 foi de 27%.

Quando apenas o número absoluto de crimes (85 no total) é comparado com os dados das demais áreas do Interior (divididas em outras oito regiões), o Deinter-6/CPI-6 é a segunda área mais violenta do Estado. Perde apenas para o Deinter-1/CPI1 (São José dos Campos), com 92 assassinatos. Esta éa primeira vez que isso acontece desde 2005. Nos anos anteriores, a região ocupou no máximo a quarta colocação.

Tropa de Choque

Se os números do começo do ano já foram elevados, a tendência é que no segundo trimestre os índices se mantenham alto. Isso porque é no próximo relatório da Secretaria de Segurança Pública que as execuções de abril registradas em várias cidades da Baixada estarão computadas.

Por causa da onda de mortes na região, o policiamento foi reforçado pela Tropa de Choque. Desde a semana passada, o efetivo policial tem o apoio de cerca de 200 homens. Segundo o coronel Cirino, por enquanto não há uma data definida para que esse reforço seja extinto. Ele explicou que os policiais militares estão vindo de São Paulo diariamente para atuar em áreas definidas pelo comando da Polícia e que, como a onda de crimes já acalmou, pode ser que o reforço seja diminuído aos poucos.

Alerta do consulado é mantido

A sequência de mortes registrada no mês passado na região fez com que o consulado dos Estados Unidos em São Paulo divulgasseum alerta para que os cidadãos norte-americanos evitassem viagens para Santos, São Vicente, Praia Grande e Guarujá. O comunicado com data de 23 de abril foi disparado por e-mail.

Ontem, a assessoria de imprensa do órgão confirmou que o consulado mantém o alerta.