JOW, PARA GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: “O DELEGADO DE POLÍCIA ROBERTO CONDE GUERRA” 22

Tucano, independente, autônomo, autêntico e  social republicano, ou seja, exerce a representação popular “única vez” …

Depois volta a trabalhar…ENTENDEM?

PARA GOVERNADOR DE SÃO PAULO: DELEGADO DE POLÍCIA  ROBERTO CONDE GUERRA 

Um Comentário

  1. LENHARAM O CARA NO BAIRRO DO IBIRAPUERA MAS APRESENTARAM A OCORRENCIA NUMA DELEGACIA DO DEIC.. NÃO SABIA QUE PROMOTOR TINHA PRERROGATIVA DE ESCOLHER A DELEGACIA !!

    Legítima defesa

    TJ-SP absolve promotor acusado de matar motoqueiro

    Por Fernando Porfírio

    O Tribunal de Justiça de São Paulo absolveu, sumariamente, o promotor de Justiça Pedro Baracat Guimarães Pereira. Ele foi acusado de matar com 10 tiros o motoqueiro Firmino Barbosa. Os disparos saíram de uma pistola calibre 9 milímetros, de uso restrito. A decisão, por maioria de votos, foi tomada na última quarta-feira (31/3) pelo Órgão Especial do TJ paulista. O colegiado entendeu que a denúncia, por eventual excesso culposo, em caso de legítima defesa, é improcedente.

    O procurador-geral de Justiça, Fernando Grella, sustentou na denúncia a tese de legítima defesa, mas considerou que houve excesso por parte do promotor ao desferir dez tiros na vítima. O chefe do Ministério Público não levou em conta o porte de arma de uso restrito. Pedro Baracat usava uma arma de uso restrito das Forças Armadas na noite do crime. Grella disse que o resultado da ação não dependeu do calibre da arma – uma pistola 9 mm – uma vez que a legislação, que autoriza promotor de Justiça a andar armado, não faz distinção quanto ao tipo de armamento.

    Grella se convenceu de que o delito praticado por Pedro Baracat só aconteceu porque o promotor de Justiça agiu com falta de cautela ao fazer 10 disparos sem considerar que a vítima, depois da primeira série de tiros (três ou quatros no total), não oferecia mais resistência ou não colocaria em risco a vida e segurança do acusado. O tipo da arma, na opinião de Fernando Grella, seria irrelevante, pois teria produzido o mesmo resultado qualquer que fosse o seu calibre.

    Em outras palavras, o chefe do Ministério Público defendeu que o promotor de Justiça agiu em legítima defesa, mas censurou o número de disparos feito pelo colega. Por fim, o procurador-geral sustentou que Pedro Baracat não portava irregularmente a arma, pois ao contrário da lei ordinária, a Lei Orgânica do Ministério Público, ao outorgar o porte como uma prerrogativa funcional, não faz restrição ao calibre da arma.

    O processo foi relatado pelo desembargador Armando Toledo que o recebeu e teve a concordância de seu colega José Santana. De acordo com a denúncia, o crime aconteceu, por volta das 22h30, do dia 5 de janeiro de 2008, na avenida República do Líbano (região do Parque Ibirapuera). O promotor, que dirigia seu carro, foi abordado por Firmino Barbosa, que estaria numa motocicleta. A vítima pediu que Baracat lhe entregasse o relógio.

    “Na moral, na moral, passa o relógio”, teria falado Firmino, com a mão na cintura, fingindo estar armado. O promotor, então, sacou da arma e desferiu vários tiros contra o assaltante, que morreu no hospital. Na jaqueta da vítima, uma enfermeira encontrou vários relógios. Outras vítimas também reconheceram o assaltante fotograficamente.

    O desembargador Penteado Navarro abriu divergência. Votou pela rejeição da denúncia. Walter Guilherme julgou absolveu o réu sumariamente e foi acompanhado.

    Processo nº 170.189

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  2. GUERRA
    O FLIT É A WIKIPEDIA OU O DIPOL DAS INFORMAÇÕES POLICIAIS. QUAIS FORAM OS DETALHES DESSA DERRUBADA HEIM. RSS

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  3. Ahhhhhhhhhh, duvido Jow……..O Dr. Guerra não tem culhão pra isso……….Queria que ele saisse apenas para Deputado já estava bom……….rsrsrsrs

    Brincadeirinha hein Dr……..admiro-o pelas suas posições e coragem…

    Abraços….

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  4. Ahhhhhhh Dr. Guerra, o senhor está “Dengoso” né? Estimo suas melhoras……..

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  5. TEM QUE SER DEPUTADO MAIS NÃO PODE ENTRAR NAS DOS CARAS, SE NÃO FICA MESMA COISA.

    MINHA OPNIÃO:

    DEP ESTADADUAL: CONDE GUERRA
    DELEGADO GERAL: HALAGE
    DELEGADO DO DPCC: ALDO GALEANO
    DELEGADO DO DECAP: DEJAR GOMES
    ACADEMIA DE POLICIA: MARINES

    PAPOS QUE ESTÃO CORRENDO

    VAMOS AGUARDAR

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  6. PREFIRO ASSIM

    DEP. ESTADUAL : CONDE GUERRA

    DELEGADO GERAL: GERSON CARVALHO

    DELEGADO DO DPCC:GAETANO VIRGINE

    DELEGADO DO DECAP: MARCO ANTONIO

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  7. Estamos aqui no plantão e vamos comer o que a familia trouxer, pois nem bar te aberto hoje, e tenho certeza que 80% dos policiais se apertaram pra comer bacalhau, mais tem gente que ta comprando bacalhau cod gadus mohua de 80 reais o kilo, e rindo dos colegas dos plantões. isso foi ouvido ontem em um bar no Ipiranga sainda da boca de alguns colegas, que hoje estão la pra longe em lugar de milionário, mais se confirmado iremos colocar os nomes deles aqui e as placas das motos, da bmw, da triton, e de outros que la trabalham e estavam~.

    O colega que estava presente não é cagueta, só ficou indignado com a prepotencia dos Tiras daquelas divisões, achando que eles são deuses e nos somos merda, so estamos aqui no plantão, pois não temos pra pagar o que vcs pagam pra ficar, pois nunca vi uma divisão mudar tanto de delegado e chefe e os caras ficam la mais de 10 anos, e sempre a mesma conversa de sempre, padrinho padrinho.

    Dr. guerra desculpa estar desabafando, mais se os caras querem e estão lá que fiquem mais sem humiliar os demais, que ai a coisa vira assunto pessoal e eu mesmo vo atras pra fuder eles.

    grato guerra.

    e qto a sua candidatura, vai sair?

    boa pascoa, eu vo engasgar com o cheiro do bacalhau dos vizihos aqui de moema

    bjus

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  8. A Polícia Civil de São Paulo precisa de um representante na Assembléia Legislativa. Não temos força política nenhuma. Vejam a “co-irmã” (invejosa) PM: sempre tem por lá alguém que os represente. Alías, a PM de São Paulo quer tudo pra ela, até mesmo tomar a investigação da Polícia Civil, “correndo” junto com o MP para que isso aconteça. Há vários de seus pares no mundo da política. É sabido por muitos que na cidade de São Paulo há um grande número de pm’s da reserva ocupando cargos públicos estratégicos. Em outras cidades do interior essa é uma realidade também. Isto os projeta politicamente, contribuindo para trilhar caminho para o mundo político, pois passam a ter exposição na mídia e ficam conhecidos. Polícias militares de outros Estados também elegem dos seus para representá-los, seja no âmbito estadual ou federal. Outras categorias de servidores públicos também conseguem eleger seus representantes, tendo a quem reivindicar. E nós? Não temos nenhum político que entenda a Polícia Civil de São Paulo como ela realmente é. A grande maioria deles é leiga nessa questão e pouco se importa com a nossa instituição, sendo raras as exceções. Procuram-nos apenas nesta época, com promessas soltas aos quatro ventos. Na minha opinião, o Dr. Guerra é um ótimo nome para concorrer a um cargo nessas eleições, quem sabe deputado estadual? Muitos dos policiais civis que o admiram pela sua integridade, honestidade, coragem, inteligência, entre outros adjetivos, certamente votariam nele, assim como seus familiares. Por que não ao menos tentar? Até semianalfabetos se candidatam e alguns deles chegam a ser eleitos. Olhem só outros “exemplos” de eleitos: “Frank Aguiar”, “Clodovil”, “Netinho de Paula”, e por aí vai. O Dr. Guerra é um homem culto e certamente nos defenderia, brigaria pelas nossas causas. Ou vamos esperar que o Dr. Hilkias, da Afpcesp, se candidate mais uma vez para termos alguém em quem votar? Nas últimas eleições ele “ficou na saudade”. Se, eventualmente vir a lançar-se como candidato e caso seja eleito, nada ou quase nada fará por nós. Ficará, como sempre faz no jornal de sua associação, se autocongratulando por suas conquistas (poucas) do passado para com a classe policial civil, em épocas idas, quando foi deputado.

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  9. Só uma observação: não tenho nada contra a “semianalfabetos”.

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  10. Polícia 02/04/2010 08:00:17

    Operação Padrão da Civil já prejudica atendimento
    Iniciada no último dia 23, lentidão no atendimento começa a ser sentida

    Operação Padrão começa a atrapalhar registros de ocorrências no Plantão Policial

    Passados nove dias desde o início da ‘Operação Tartaruga’ ou Operação Padrão, onde delegados passaram a realizar estritamente todas as funções atribuídas a eles, os primeiros reflexos começaram a aparecer. E greve não está descartada. Deve ocorrer caso projeto com melhorias salariais não seja enviado à Assembleia Legislativa.

    Foram registrados apenas duas ocorrências na madrugada e, em uma delas, vítima de furto passou quase 9h no Plantão Policial para ver o casal criminoso, pego em flagrante pela PM, ser liberado.

    De acordo com a vítima, o carteiro Aparecido Quirino Medeiros, 54, um homem foi flagrado por vizinhos, na tarde de quarta-feira, entrando em imóvel de sua propriedade, na rua Lázaro Teixeira de Camargo, no Tóffoli, zona sul da cidade.

    Ele foi ao local, por volta das 16h e os invasores Daniel de Matos Siqueira, 22 e Erica Vieira Fernandes, 20, com filhos de 2 anos e 1 ano, se comprometeram a sair da residência. Já no início da madrugada de ontem, ele foi informado que Daniel estaria furtando as portas.

    “Corri até lá e vi que ele tentava arrancar a porta da frente e já tinha conseguido tirar a porta da cozinha. Chamei a Polícia Militar, que prendeu casal e acionou o Conselho Tutelar para as crianças. Por volta da 1h, acompanhei a viatura até o Plantão Policial para registrar o boletim de ocorrência e esperei pela finalização, que só aconteceu quase 10h”, relata.

    Após a conclusão do boletim de ocorrência, o criminoso foi liberado. O delegado plantonista entendeu que não havia elementos suficientes para que ele fosse preso pelo crime. Os filhos do casal estavam sob tutela do Conselho Tutelar até o fechamento desta edição.

    http://www.diariodemarilia.com.br/Noticias/81195/Operao-Padro-da-Civil-j-prejudica-atendimento

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  11. Porque não abrir uma link com inquete para saber da aceitação do DR. Guerra para Deputado estadual?

    O meu voto e da minha familia estão garantidos, não são muitos mas 10 votos já dá para começar!

    Dr. Guerra, levante essa bandeira e vamos fazer uma policia melhor.

    Boa pascoa.
    Policial Civil, sem bacalhau. Comi uma lazanha congelada pronta. Mas acredito em dias melhores.

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  12. Padrão Coxinha de Repressão

    Fonte: Vi o Mundo, Azenha

    Policial civil é confundido com professor, preso e agredido por PMs

    Na sexta-feira passada, mais de 40 mil professores paulistas foram impedidos pela tropa de choque da Polícia Militar de chegar até o Palácio do Morumbi, sede do governo estadual, para apresentar suas reivindicações.

    Na oportunidade, bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral, gás pimenta e muitas balas de borracha transformaram as imediações do Palácio em palco de uma batalha campal.

    Sindicalista e policial civil, Jeferson Cabral foi confundido com um professor, mantido preso e espancado por cerca de três horas dentro de uma viatura até que foi levado ao 34ª DP de Francisco Morato. Com a roupa rasgada e acompanhado por dirigentes do Sindicato dos Investigadores de Polícia, Jeferson foi até a Corregedoria denunciar os inumeráveis abusos dos quais foi vítima.

    Ainda mancando com problemas no joelho e dores por todo o corpo, Jefferson Cabral falou sobre os descaminhos do desgoverno tucano e da importância da unidade de todos os servidores com a comunidade para derrotar a intransigência.

    Como você foi preso?

    Eu estava junto com os manifestantes quando começaram a atirar bombas. Em meio às nuvens de gás, comecei a tirar as pessoas dali, socorrê-las, levar para um lugar seguro. Quando estava tirando o segundo não vi que estava muito próximo de um policial militar motociclista. Entre vários, conseguiram me prender. (Na foto da UOL, vê-se que o cacetete está dobrado em seu pescoço). Disse que era delegado sindical dos investigadores. Foi quando me disseram: você vai pagar pelos outros.

    E depois disso?

    Fui colocado algemado e trancado numa viatura da Polícia Militar. Fui hostilizado, ofendido e ameaçado durante três horas e tratado como bandido, com todo tipo de ofensas, impublicáveis.

    Houve ameaça?

    Diziam a todo tempo que iam me levar para o “esquisito”, que na gíria é um local ermo, onde você pode ser submetido a qualquer agressão pois não haverá ninguém para testemunhar. Diziam que iam acabar com a minha raça. As ameaças vieram de alguns policiais, desavisados, que me dominaram e não sabiam o que estava acontecendo, que havia um movimento lutando por direitos, reivindicando melhorias para toda a sociedade.

    E então?

    Foi quando trouxeram o comandante da operação, o coronel Veloso, que então se deu conta do tamanho do erro cometido. Me perguntaram se eu atirei pedras. Eu retirei paus e pedras das mãos de muitos, porque acredito que o nosso inimigo não é a polícia, mas o governo que a manipula para reprimir.

    E aí, junto com os advogados do Sindicato, te dirigiste à Corregedoria para denunciar os abusos…

    Exatamente. Fiz um Boletim de Ocorrência (nº98/10) e fui ao IML fazer o exame de corpo delito. Não consigo andar devido aos chutes que levei no joelho, na cabeça, costas e barriga.

    Quando foste agredido desta forma?

    Antes, durante e depois de algemado. O pior é que sou asmático e me deixaram um bom tempo com o cacetete vergado, como dá para ver pela foto, inclusive, quase sem respirar. Tive medo que me matassem.

    Apesar da intensa brutalidade a que foste submetido, fizeste questão de estabelecer uma diferença entre o comportamento de meia dúzia de covardes e o grosso da corporação.

    Antes de ser investigador de Polícia e delegado sindical em Taubaté, fui policial militar por quatro anos. Meu pai é policial militar. As agressões de que fui vítima, assim como uma boa parte dos manifestantes, foi provocada por indivíduos isolados.

    Que estavam cumprindo ordens do governo Serra…

    Infelizmente, sim. É uma grande pena e um verdadeiro tiro no pé essa orientação do governo porque muitos professores têm filhos que são policiais militares, têm o mesmo sangue. Acho que essa agressão deve servir para a PM refletir e se unir à comunidade.

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  13. A decisão cabe ao Dr. Guerra e somente a ele.

    Mas, votar no Dr. Guerra seria uma honra, um privilégio! Finalmente teríamos alguém em quem votar e em quem confiar com sinceridade!

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  14. embora não conheça o dr.GUERRA pessoalmente conheço a luta dele,tambem moro no litoral muito embora trabalhe em SAMPA[opção propria] e tenho quase o mesmo problema dele mais aqui eu tenho por bixo 10 votos garantidos,meu e do meu pessoal.
    agora é só o dr resolver,e é nos na fita
    É SO COMECAR

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  15. Se o dono do blog for D.G. terá que tomar atitudes. O mundo real é bem diferente. Adoraria ver…

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  16. Terá o meu apoio e de meus familiares, uns dez, fora os amigos. Tá perdendo tempo e a corporação também vzi perder.

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  17. A PM de SP não faz o que deveria fazer agora pra ela estar fazendo o que a co-irmã deveria fazer, é pq vcs não sabem fazer ou não querem, quem não conduz é conduzido, traduzindo, cochilou o cachimbo cai, kkkkkk….

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  18. O Guerra precisa ser filiado a pelo menos um ano da data do pleito eleitoral.

    E aí, Guerra, por gentileza, você é filiado a algum partido?

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  19. O Zé Francisco…..

    Acho que ele é PSDB de carteirinha….KKKKKKKKKKKK

    Carteira assinada pelo Serra ainda…KKKKKKKK

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