PARABÉNS AOS POLICIAIS DA 5ª SECCIONAL PELA APREENSÃO DE 260 kg DE COCAÍNA…UMA APREENSÃO QUE VALE POR 1000 FLAGRANTES DE TRÁFICO 7

Polícia acha 260 kg de cocaína

Traficantes foram presos e 4 veículos apreendidos, entre eles um carro de luxo com fundo falso 

Três traficantes foram presos com cerca de 260 kg de pasta de cocaína no fim de semana na zona sul da capital e na cidade de Cotia, na Grande São Paulo. Quatro veículos, entre eles um caminhão baú e um carro de luxo com fundo falso para transporte da droga, foram apreendidos.

De acordo com o delegado Ítalo Zaccaro Neto, do Centro de Inteligência Policial (CIP) da 5ª Delegacia Seccional (Leste), os traficantes abasteciam pontos-de-venda de drogas nos bairros no extremo das zonas leste e sul da capital.

As investigações começaram há cerca de três meses com o monitoramento de dois traficantes identificados pelos apelidos de Jarrão e Cadillac. “Os dois foram presos no mês passado pelo Denarc (Departamento de Investigação sobre Narcóticos). Continuamos as investigações e acabamos prendendo os criminosos que abasteciam esses traficantes”, disse Zaccaro Neto.

Na sexta-feira à noite, no cruzamento da Avenida Diederichsen com a Rua Itatiaia, na Vila Guarani, zona sul, policiais flagraram a entrega de 34 kg de pasta de cocaína. Três suspeitos foram presos. O restante da droga foi encontrado dentro de uma casa em um condomínio em Cotia.

O DOUTOR PINTO DEVERÁ EXPLICAR O PORQUÊ DE A CORREGEDORIA GERAL DA POLÍCIA MILITAR NÃO TER SIDO TRANSFERIDA PARA O SEU GABINETE 9

Diário Oficial Poder Legislativo
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
http://diariooficial.imprensaoficial.com.br/nav_v4/index.asp?c=12&e=20090828&p=1

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÃO
Nº 197, DE 2009

Nos termos do artigo 20, inciso XVI da Constituição do
Estado de São Paulo, combinado com o artigo 166 da XIII
Consolidação do Regimento Interno, requeiro seja oficiado ao
Senhor Antonio Ferreira Pinto, Secretário da Segurança Pública,
para que preste as seguintes informações a respeito das Corregedorias
das Policias Civil e Militar:

1. O Decreto Nº 54.710, de 25 de agosto de 2009, transferiu
para o Gabinete do Secretário da Segurança Pública, a
Corregedoria Geral da Polícia Civil – CORREGEDORIA. Qual a
razão da Corregedoria Geral da Polícia Militar também não ter
sido transferida para o Gabinete do Secretário da Segurança
Pública?

2. Quantos policiais civis estão lotados e em exercício na
Corregedoria da Polícia Civil? Solicitamos que nos seja informado
o número de policiais separados por carreira policial.

3. Quantas viaturas policiais a Corregedoria Geral da
Polícia Civil possui para o desempenho de suas atribuições?
Solicitamos nos sejam informados a quantidade, a marca, o tipo
e o ano das viaturas.

4. Quantos policiais militares estão lotados e em exercício
na Corregedoria da Polícia Militar? Solicitamos que nos seja
informado o número de policiais militares separados por posto
ou graduação.

5. Quantas viaturas policiais a Corregedoria Geral da
Polícia Militar possui para o desempenho de suas atribuições?
Solicitamos nos sejam informados a quantidade, a marca, o tipo
e o ano das viaturas.

JUSTIFICATIVA
O Decreto Nº 54.710, de 25 de agosto de 2009, transferiu
para o Gabinete do Secretário da Segurança Pública a Corregedoria
Geral da Polícia Civil – CORREGEDORIA, porém, a Corregedoria
Geral da Polícia Militar continua subordinada ao Comando
da Polícia Militar. Sabemos que as apurações realizadas pela
Corregedoria Geral da Polícia Militar deixam muito a desejar,
e, portanto, é incompreensível que só a Corregedoria Geral da
Polícia Civil tenha sido transferida para o Gabinete do Secretário
da Segurança Pública. É necessário que o Senhor Secretário
da Segurança Pública esclareça os motivos pelos quais a Corregedoria
Geral da Polícia Militar não foi transferida para o seu
Gabinete. Essa é a justificativa do presente requerimento.
Sala das Sessões, em 26-8-2009.a) Deputado Rui Falcão.

________________________________________

EU EXPLICO: É QUE A CORREGEDORIA DA POLÍCIA MILITAR SEMPRE FOI A POLÍCIA CIVIL.

E PROVO DOCUMENTALMENTE.

A CORREGEDORIA DA POLÍCIA CIVIL INDICIOU OS DELEGADOS IRANI GUEDES E PEDRO LUIZ PÓRRIO…SUSPEITOS DE ACHAQUES CONTRA MEMBROS DA QUADRILHA DO TRAFICANTE “ABADIA” 1

12 policiais indiciados por achaques

Corregedoria da Polícia Civil acusa também 3 informantes de extorquirem dinheiro de megatraficante

Marcelo Godoy

A Corregedoria da Polícia Civil indiciou mais 12 policiais e três informantes por causa dos achaques contra integrantes da quadrilha do traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía. Entre os indiciados estão dois delegados: Irani Guedes e Pedro Luiz Pórrio. Ambos, que trabalhavam no Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) quando os achaques e sequestros ocorreram, alegam inocência. Com os novos indiciamentos, já são 21 os acusados pelos achaques contra o grupo de Abadía – outros dois policiais também serão indiciados.

Líder do cartel do Norte do Vale, Abadía foi preso por policiais federais em São Paulo, em agosto de 2007. Um ano depois, após ser condenado a 30 anos de prisão no Brasil por lavagem de dinheiro, Abadía foi extraditado para os Estados Unidos, onde é acusado de homicídios e tráfico de drogas. Antes de embarcar, o colombiano gravou um depoimento detalhando as extorsões. Disse que para acabar com o tráfico em São Paulo bastava fechar o Denarc.

Há dois meses, a corregedoria indiciou a primeira leva de policiais acusados. Na manhã de ontem foi a vez do delegado Guedes. Ele é acusado de envolvimento no sequestro de Henry Edval Lagos, o Patcho, um traficante colombiano que foi solto depois do pagamento de resgate de US$ 280 mil. Além do delegado, nesse caso, também foram indiciados outros quatro investigadores do Denarc e um de Diadema, além de três informantes. A ideia do achaque teria surgido quando o investigador Pedro Paulo Rodrigues Oliveira, que trabalhava em Diadema, soube que Patcho participava de corridas no Kartódromo de Aldeia da Serra, em Barueri, na Grande São Paulo.

Patcho era um dos responsáveis por movimentar a fortuna de Abadía no Brasil e na Colômbia. Segundo promotores e delegados, Oliveira começou a investigar o traficante com o objetivo de recolher informações para as extorsões. Em maio de 2006, o investigador contou o que sabia para dois colegas. Eles teriam decidido sequestrar o traficante. Mas como eram poucos para fazer o achaque, Oliveira teria decidido pedir ajuda a um colega do Denarc. Foi então que, segundo os corregedores, entrou na história o investigador Francisco Carlos Vintecinco.

Ocorre, de acordo com a investigação, que os policiais do Denarc “traíram” seus colegas, passando-os para trás. Os homens do Denarc sequestraram Patcho e o levaram até a sede da empresa La Bella, em Indianópolis, na zona sul de São Paulo. Os policiais saberiam que a empresa pertencia “ao bando de Abadía”. O valor do resgate foi negociado por meio do aparelho de telefone do vigia da empresa. Abadía entregou o dinheiro a seu amigo, o empresário Daniel Braz Maróstica, para que ele levasse aos policiais.

Assustado com a virulência e o apetite dos policiais, Patcho deixou o Brasil logo em seguida. Os corregedores indiciaram o policial de Diadema, cinco do Denarc e três informantes neste caso. Outros dois policiais do departamento devem ser indiciados nesta semana.

Pouco depois, os policiais teriam exigido que o bando de Abadía lhes entregasse uma picape Toyota. Para transferir o carro para a pessoa que os delegados queriam, os quatro policiais do Denarc supostamente envolvidos nesse achaque teriam contado com a ajuda de dois investigadores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Os seis foram formalmente acusados pelos corregedores. Foi neste caso que o delegado Pórrio foi indiciado – em outro caso, o delegado Pórrio e um investigador obtiveram habeas corpus no Tribunal de Justiça contra o indiciamento. Além dos acusados no caso Abadía, a corregedoria indiciou cinco policiais do Denarc por causa do achaque em 2008 contra o traficante colombiano Manuel Yepes Penágos, conhecido como El Negro.

Não estamos em Sparta. Lugar de militar é no quartel.Portanto, atribuir a um sujeito uma presunção de criminalidade simplesmente por não gostar nem de ver pela frente policiais ou qualquer agente estatal é algo inadmissível, que eu não esperaria nem de um militar. 7

Enviado por CAETANO ( candidato a policial )   em 01/09/2009 às 1:14

Capitão (referindo-se ao Capitão Caldeira) , pode ter certeza de que concorto contigo quanto ao problema que é o ataque generalizado às forças estatais – a própria mídia moralista faz isso. Afinal, sou candidato a policial. Também sei que a origem desse problema é superior à alçada da polícia, e talvez nem tanto da educação. Mas o senhor desmascara sua própria doutrina ao dizer:

[Aquele pessoal que “não gosta de Polícia”, bem ilustrado pelo senhor em seu texto, é o mesmo que ouve o “Funk Proibidão”, cujas letras enaltecem o traficante em detrimento dos agentes de segurança pública (PM, Policial Civil, Agente de Segurança Penitenciária, Guardas). Esses são os mesmos que incendeiam ônibus e atiram com arma de fogo na Polícia!
Esses jovens são “massa de manobra” mas mãos dos chefes locais da criminalidade organizada e acredite: prá “ganhar moral” no meio da malandragem, “atacam DP, Base da PM, Bonde da SAP (Administração Penitenciária)”, etc e tal…enfim, são os “simpatizantes da facção”, “lagartos”, “cunhadas”, etc….]

Eu sei eu sei, esses descritos aí existem mesmo. E como vocês os detectam? Memorizam bem os rostos daqueles que cumprimentam as bases da PM, para diferenciar dos que passan ouvindo proibidão? A presunção é de inocência, não se esqueça disso. O senhor falou em um grupo generalizado de “massa de manobra”, como se fala de um partido político, ou uma espécie de oessoa jurídica composta de lagartos e cunhadas sem rosto aos quais se atribui uma acusação genérica de “atacador de bases e agentes Estatais”. Então nós temos o povo do “proibidão” e os jovens íntegros… na verdade é isso mesmo, só que em situações sensíveis nas quais vivem os milhões de jovens da casse D do nosso país, o que separa a vida honesta do crime é algo muito tênue, que a ótica confusa de uma ação militarizada nesses territórios jamais respeita. Pois um jovem que vive numa situação que podemos chamar “de risco” pode, em pouco tempo, passar para a vida de crimes. E o crime não é algo inato, e ao próprio Estado cabe grande parte da responsabilidade pela criminalização do indivíduo – perante à sociedade, do ponto de vista da mídia e da sociedade orientada à classe média, o jovem da favela já nasce com uma presunção de envolvimento criminoso. Pois o Estado só comparece às periferias com a força repressora – é um problema fora da competência polcial, eu sei, mas torna-se também uma rsponsabilidade da polícia quando a ação repressiva, além de excessiva e violenta, afeta toda uma comunidade que não é envolvida com criminosos, e ainda assim as ações não surtem efeito. E também há de se considerar que a própria dimensão do trabalho policial, em território, soldados e número de cidadãos que habitam o território onde age o policiamento, torna a individualização (a separação) entre jovens contraventores e honestos uma tarefa homérica. Estes últimos argumentos podem até defender sua posição quanto a generalização da “massa de manobra”, mas é justamente o que torna a militarização do policiamento algo sem sentido. Se perante à sociedade civil a individualização dos criminosos em meio à uma comunidade carente já é algo quase impossível, imagine a mesma individualização perante uma corporação de doutrina militar (de negação não só dos direitos humanos, individuais e trabalhistas, mas da própria individualidade dos agentes.)
Ou podemos simplificar o debate e apenas perceber que aos civis não cabe o dever de conviver com uma situação ostensivamente militarizada. Não estamos em Sparta. Lugar de militar é no quartel.
Não gostar de polícia é um direito de qualquer cidadão, e que eu respeito, pois a possibilidade de não estar satisfeito com um ramo do serviço público é algo próprio da Democracia. E a revolta contra do Estado e seus agentes não constitui por si só desvio algum, e é natural para quem só vê do Estado as forças repressivas. Portanto, atribuir a um sujeito uma presunção de criminalidade simplesmente por não gostar nem de ver pela frente policiais ou qualquer agente estatal é algo inadmissível, que eu não esperaria nem de um militar.

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CAETANO, Vossa Senhoria  acaba de ser aprovado com grande mérito.

Qualquer Polícia mereceria recebê-lo em seus quadros…

Contudo, muito cuidado,  poderá ser rejeitado POR EXCESSO DE QUALIFICAÇÃO.

NOTA DEZ!

Todo mundo quer ser tira. E todo mundo pensa que é. Carcereiro, ganso, auxiliar de pap, pm, preso de confiança…( Delegado, Promotor, etc. ) 20

Enviado por BB BONZINHO em 01/09/2009 às 1:32

A História é a mãe de todos nós.
Quem não aprende com ela, pena muito.
A História é pura e única, não pode ser adulterada por mãos, mentes e bocas imundas. Sua essência sempre pevalecerá.
Inépta e letárgica…
A história nos conta que há bem poucos anos, um jovem secretário de segurança pública andou flertando com homens fardados.
Homens de uma cultura muito inferior à deste detentor de cargo de confiança da SSP.
Apesar de incultos, sonhavam ser Investigadores de Polícia, ou sonhavam ser mais eficientes que os autênticos tiras paulistas…ou pensavam que eram deuses….apesar de serem contratados pelo Estado para não pensar, apenas obedecer…
Deu no que deu. Presos fugindo com viaturas, presos morrendo durante investigações sem inquérito policial presidido por autoridade policial, presos armados de pistolas 9mm, monoteio no pedágio e mais mortes…
A história nos conta ainda que o desenvolvimento destes fatos, resultou no dia das mães de 2006 com dezenas de caixões cobertos com a bandeira de São Paulo…
Paradoxalmente, todos mortos (incluindo o GRADI), continuam bem mortos e nada aconteceu.
O desvio de função ainda é o mote da pseudo policia judiciaria que grassa por estas paragens.
Todo mundo quer ser tira. E todo mundo pensa que é.
Carcereiro, ganso, auxiliar de pap, pm, preso de confiança…
O secretário, se não preferiar a solução mais honrosa para o imbróglio que ele mesmo criou, ou seja, abandonar o cargo, tem outras duas que acabariam com a inépcia e letargia não só da polícia civil, mas de todo o governo, deixando para a história um passado de feitos gloriosos:
1. Extinguir a PM.
Uma organização que tem apenas dois objetivos sociais e historicamente incompatíveis: Enxugar gelo e gastar horrores com pessoas que só precisam ter concluído o segundo grau(homenagens, festas, reverências) tudo pago com o dinheiro do contribuinte.
2. Extinguir o cargo de investigador de polícia. Já que o Estado gasta uma fotuna formando e especializando pessoas que não vão investigar crime nenhum, visto que vão acabar fazendo expediente, fazendo BO, escoltando presos.
Enquanto isto, tem um carcereiro, ou um agente, ou um nada jurídico, ou sabe-se lá o quê fazendo investigações.
Se a função perdeu a importância e qualquer um é capaz de exercê-la, pra que gastar tempo e dinheiro (do povo) com isto.
Inépcia e Letargia, historicamente, decorrem do fato de não enxergarmos que nossa função é importante. Evitar o crime é impossível e improvável.
O que tem que ser mostrado ao criminoso é a certeza da punidade.

DÊ A SUA OPINIÃO SOBRE UM FUTURO MODELO DE POLÍCIA 5

Enviado por JUSTICEIRO em 31/08/2009 às 22:15

Proponho o seguinte esboço para discussão dos colegas:

1) FEDERALIZAR AS POLÍCIAS

2)TORNÁ-LAS ÚNICAS E CIVIS;

3) INSTITUIR A CARREIRA ÚNICA, UNIVERSITÁRIA, COM CARGOS PARA CHEFES SOMENTE PARA BACHARÉIS EM DIREITO (INVESTIGAÇÃO DE CRIMES) E OUTRAS ESPECIALIDADES ACADÊMICAS CONFORME A ATRIBUIÇÃO ESPECÍFICA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL (IML, CRIMINALÍSTICA, ETC)

4)ASCENSÃO A ESSES CARGOS, MEDIANTE CONCURSO INTERNO E SEM PROVA ORAL

O que acham?