Quem defende e se agarra ao inquérito policial – como propriedade do Delegado de Polícia – não preside inquéritos policiais; se é que algum dia dedicou-se a tão desgastante trabalho.
Quem defende o ciclo completo como sendo o remédio para todos os males da segurança pública, não está nas ruas – uniformizado – cumprindo os seus deveres.
Valendo dizer: tais discussões inúteis são alimentadas por inúteis; esquecidos de que todos os assuntos pertinentes às policias sempre foram – e serão – discutidos e decididos sem a menor participação das Polícias.
Por uma questão fundamental: nunca houve concórdia entre Delegados e Oficiais da PM.
Assim, a modernização das Polícias, com ou sem inquérito policial, ciclo completo ou juizado de instrução , refletirá a vontade da comunidade acadêmica, advogados, promotores e juízes. Com os estragos – posteriormente – acrescidos pelos legisladores.
Houvesse seriedade, policiais militares e civis – há muito – estariam irmanados buscando a melhor solução para a Sociedade.
Não há espírito público, apenas corporativismo.
Estou com o Dr. Guerra. Nas polícias, a seguinte frase é uma realidade constante: “Vanitas vanitatum, et omnias vanitas” (Vaidade das vaidades, tudo é vaidade)
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Se a PM, ao menos, realizasse sua atividade ostensiva PREVENTIVA, um sem-número de crimes evitáveis seriam realmente evitados (incluindo homicídios e latrocínios), deixando de se transformar em Inquéritos que se avolumam sobre as mesas das Delegacias e Fóruns.
Não obstante, quando há um crime, “alguém” tem de investigar e em algum lugar a investigação tem que ficar registrada, escrita.
Na Espanha, o procedimento de investigação chama-se “Sumário”. Na França, chama-se “Enquête”. No Brasil, chama-se “Inquérito”.
Agora, pergunta-se: Em qual país civilizado do mundo há uma polícia “militar” para desempenhar uma atividade eminentemente civil como é a atividade policial?
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Pensamento do dia
( Ordem do dia )
«A polícia completa será aquela que tiver reunido no seu máximo todas as qualidades e todos os defeitos. Não desanimem, “soldados, só vos faltam às qualidades».
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VIDE http://www.moginews.com.br
dR. gUERRA NÃO FALEI QUE O DR. JOÃO ROQUE AMÉRICO TEM RAZÃO ABSOLUTA NESSA HISTÓRIA DA DR. VERA ( A QUE MALTRATA FUNCIONÁRIOS ), ALIÁS MALTRAAVA NÉ. INCLUSIVE MANDAVA PLANTAR DROGA NOS PEQUENOS TRAFICA OU NOS NÓIA.VE SE PODE DOUTOR. MAIOR TELHADO DE VIDRO E FICAVA ATIRANDO PEDRA NOS OUTROS.
ALIÁS SEU MARIDO LAÉRCIO, OUTRA TRUTA, É DONO DA PÁGINA POLICIAL DO DIÁRIO DE MOGI. AGORA ELE VEM PERSEUINDO O PESSOAL DA DISE, QUE AGORA ESTÁ SOB COMAND DE UM DELEGADO SÉRIO, DR. MORICNI
SINDICATO denuncia ex-titular da Dise
Delegada Vera D´Antracoli é acusada de ter feito uso irregular do Registro Digital de Ocorrências e de ter forjado flagrantes
Marcelo Alvarenga
Vera: Não quis se manifestar
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi das Cruzes e Região (Sinpol), Valdir Fernandes da Silva, acusa a delegada Vera Lúcia D´Antracoli Ribeiro Neves de ter cometido uma série de irregularidades e ilegalidades durante o período em que comandou a Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes (Dise), entre elas, a de ter mandado seus subordinados forjarem flagrantes.
Silva enviou, há 20 dias, um ofício ao Conselho da Polícia Civil solicitando que Vera fosse afastada do trabalho policial e juntou diversas denúncias protocoladas por funcionários, além de 208 assinaturas, encaminhando-as ao núcleo corregedor da Delegacia Seccional de Mogi, que culminaram, preventivamente, no afastamento da delegada do comando da Dise há cerca de duas semanas e sua transferência para prestar serviços policiais na Cadeia Pública. Veículos de Imprensa nacional, como a TV Record, estiveram ontem na cidade para apurar o caso.
Segundo o presidente do Sinpol, entre as denúncias protocoladas estão o uso irregular de viatura policial e do sistema de Registro Digital de Ocorrências (RDO), além de adulteração na elaboração de flagrantes. “Temos um CD com gravações que comprometem seriamente a delegada. Em uma delas, ela fala com um funcionário sobre forjar um flagrante de tráfico”, contou Silva.
As denúncias foram apresentadas ao núcleo corregedor da Delegacia Seccional pelos policiais da Dise, por intermédio do Sinpol. “O policial tem medo de representar contra um delegado, mas a situação estava tão insustentável que eles vieram me procurar. Fomos até a Seccional para comunicar o que estava ocorrendo. Ela, constantemente, humilhava os policiais”, explicou.
De acordo com o sindicalista, os crimes que são atribuídos a Vera podem, inclusive, resultar na perda de seu cargo. “A presença dela na região é insustentável. O sindicato colheu 208 assinaturas de policiais do Alto Tietê que se mostraram solidários aos funcioná-rios da Dise e também manifestam o desejo de nunca ter de trabalhar com ela”, destacou.
Agora, segundo Silva, se o Conselho da Polícia Civil, que é dirigido pelo delegado-geral Domingos Paulo Neto, decidir acatar o pedido de afastamento da delegada, ela deverá ser recolhida para o Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), onde ficará até que as investigações contra ela sejam apuradas. “Se a remoção for aceita, ela não poderá assumir nenhuma delegacia. Ficará apenas à disposição do Demacro”.
Outro lado
O Mogi News procurou a delegada para que ela se manifestasse sobre as denúncias e o ofício, mas ela preferiu não comentar o assunto. Vera estaria sendo vítima de ameaças e questiona a forma como as denúncias e o abaixo-assinado foram feitos.
O caso segue para a investigação do delegado seccional de Polícia Civil, João Roque Américo, por meio de um procedimento administrativo. No entanto, Américo preferiu não se manifestar sobre o fato, mas disse que a Seccional estaria tomando as providências necessárias.
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saiu hoje no mogi news Dr.
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dr. Moriconi Garcia, delegado muito correto.
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Caro Delta Uno (D-1). Por vezes, e por muitas vezes, posso afirmar que admiro seus comentários, aos quais já acompanha há mais de ano. Percebo que é um entusiasta de uma polícia melhor, pois defende alguns pontos de vista ideais para melhora da Polícia Judiciária. Porém quando se trata de comentar acerca de “minha” POLÍCIA MILITAR, seu DELTA passa a representrar o “d” de “DESINFORMAÇÃO”…
É sabido, em termos de estudos sobre polícia mundo afora, QUE HÁ VÁRIAS polícias militares ou militarizadas. Para não aprofundarmos nas questões acerca do tema, procure conhecer a Gendarmerie Francesa, a Polícia de Segurança Pública de Portugal (PSP), sobre a Carabiniere Italiana ou Chilena…Procure conhecer o que é hoje a Polícia Nacional da Colômbia e o que ela representa para o digno povo colombiano nas questões das FARC (narcoguerrilha de esquerda…Foro de São Paulo…PT…MST…etc e etc….)…………….
O que não se vê mundo afora é uma Polícia Judiciária cujos índices de esclarecimento de crimes beira a raia do insignificante…
É muita “perda de tempo” o que ocorre hoje em delegacias de polícia civil, onde a esmagadora maioria dos registros versa sobre crimes de menor potencial ofensivo…A vetusta figura do Delegado de Polícia deveria ser resguardada para investigação de crimes de médio e maior potencial ofensivo e os crimes de menor potencial serem registrados por outros servidores públicos…
Tenho respeito por você, porém vamos ser mais racionais quantos aos comentários acerca da Polícia Militar, pois é uma instituição que realmente se adequa às mudanças sociais…Obs: Em minha cidade a PM é quem combate firme as “máquininhas” (foram exterminadas: só em Mai foram 40 recolhidas…), quem combate o tráfico ,etc….(Poá-SP)…Abraço Delta Uno…
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Ao CAP PM
Só me explica por que de uma hora para outra a PM passou a apreender maquininhas. Foi só depois daquele tenente ter posto a boca no trombone??? Ou estou errado??????
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VIXI!!!!! noanusnao Pegou na veia! enterrou! E agora???
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Ao colega “noanusnao”: Posso afirmar que aquele fato, caso comprovado, revela-se como exceção.
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colegas a PM so começou a aprender maquinas de caça nique, pois agora eles descobriram, que aprendendo tambem , eles fazem parte do acerto, ´s so vcs ligarem pra 190, e falar que tem maquinas na zona central de sp, e verão se ta tudo acertado ou não, o proprio sargente do batalhão avisa os maquineiros.
eles so aprendem que não esta acertando, as denuncias são filtradas.
eu trabalho no 7 batalhão que cuida da area do centro luz etc, ali ta tudo arregado com os oficiais e sargentos, a gente so pode aprender o que eles mandam, ta tudo acertado.
o gosado é que ninguem faz nada.
todo mundo ta vendo e nada acontece.
abraço a todos.
ta dificil a pm agora esta no acerto mensal de um monte de coisa que antes era do da civil.
tem oficial de dia na corregedoria que tambem tá acertado com o esquema. que segundo falam aqui 7º a arrecadação é mais de 200 mil por mes na área.
o apelido daqui agora e BOPE
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…….é engraçado observar o quanto policiais civis, do tipo do Sr. DELTA UNO, comentam fatos sem ao menos ter o mínimo de conhecimento acerca de determinados assuntos. O caso do Ten. que mediante delação premiada entregou o esquema de Maquininhas se fosse feito “aí”, na “sua” PC, não sobraria nem a tia da limpeza, enquanto aqui na “minha ” Polícia Militar não empurramos a sujeira para debaixo do tapete.
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bater em jovens, crianças, mulheres e aposentados desarmados é facil, alguem já viu a gloriosa tropa de choque descer o pau em familiares do PCC em porta de presidios? é claro que não, pois a marca da tropa de choppe, opa, de choque, sempre foi a covardia….esssa tropinha pretoriana da nojo e vergonha….fuiii……
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……..tropinha covarde que colocou o GOE, o GARRA e outros pra correr………..
kakakakakakakaka vcs são hilários mesmo, tomaram o maior cassete e falam que somos covardes……….ahhahahahahahah
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Percebi que cada vez mais PMs acessam o flit só para criarem polêmica, ignorem, não compensa discutir com quem só sabe cumprir ordens, mesmo que sejam absurdas, eles só são “machos” no anônimato, ou então, atrás dos escudos, capacetes e toda aquela fantasia do choque, caso contrário, são verdadeiros covardes. Bem pelo contrário Sgt, meia dúzia de policiais do GOE e GARRA seguraram o choque, não os deixando avançarem como foi determinado pelo cmt, e os policiais civis peitaram a TROPA sem equipamentos, com a cara e a coragem, eu estava lá, viu, inclusive representei no TC contra o cmt e desprezei reprentar contra os “bravos soldados”, mesmo porque eles só estavam cumprindo ordens, juntam os cascos e dizem sim senhor, ficam cegos, seus cérebros param, não raciocinam, eu os perdoos, pois nunca sabem o que fazem, só sabem o que mandam fazer.
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Você Sgt, obviamente não estava lá, desconhece totalmente o que ocorreu naquele dia, é mais um seguidor da “rede bobo de televisão”, se vc não sabe tá cheio de B.Os de vários Policiais Militares contra a tropa de choque, policiais que estavam ali trabalhando e foram atacados covardemente pelos “irmãos” insanos do choque, inclusive uma policial feminina foi atingida por bombas e caiu ao meu lado, ajudei-a a levantar e outros PMs a levaram para um local “mais seguro”, os animais do choque atacaram a tudo e a todos sem parar, não davam trégua pra nada, se não fosse o imenso controle dos policiais civis que em sua grande maioria estavam armados e mesmo com toda esta covardia não sacaram suas armas, teria ocorrido a maior tragédia do Brasil, ao contrário, aguentaram e enfrentaram os covardes de peito aberto. Se fosse PM, principalmente oficial, teria vergonha de aceitar estas promoções conseguidas pela Polícia Civil; chupins.
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Há uma diferença enorme entre a Polícia Militar e a Polícia Civil: formação policial, estrutura administrativa, modo de lidar com desvios, etc…
É indiscutível que alguns querem fazer crer em seus escritos que a Polícia Militar padeça de mesmos “ferimentos mal cuidados e purulentos” que fazem a nobre Polícia Civil gemer em seu leito de morte.
Há, é certo, remédio para a nobre instituição policial civil levantar-se de tal leito e dar passos firmes novamente. A história que já foi feita com honra pelos bons, competentes e honestos policiais civis merece ser preservada e cultivada. Algumas dicas:
a) enfrentar de forma ferrenha a corrupção, a começar pelos registros de pequenas contravenções penais corruptoras nas circunscrições respectivas; Se for o caso, de vez por todas, cultivar a união entre a PC e PM para tal;
b) enfrentar de forma ferrenha policiais civis com desvios de conduta;
c) enfrentar de forma ferrenha o tráfico de drogas, que é crime “locomotiva” de demais delitos; é de se esclarecer que a “esmagadora” maioria dos registros de tráfico de drogas na periferia da cidade de São Paulo que chegam às mãos de Juízes e Promotores de Justiça têm como “condutores” os policiais militares;
d) aumentar a dita “repressão” aos crimes já cometidos na área de circunscrição das delegacias, através de inquéritos policiais bem elaborados. Devem ser indiciados não só os microtraficantes como também as “gerências”. Se houver como meta o “ataque ferrenho” ao tráfico de drogas, com certeza na circunscrição também cairão demais “crimes satélites” ao tráfico: homicídio, furtos e pequenos roubos;
Etc,etc,etc……………….Enfim: Aumentem a “produção” contra a marginália e o respeito da população vem a reboque!!
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Falou e dizeu, Tulio Kahn.
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Quanto às Polícias Militares espalhadas pelo mundo, de fato até existem. Existem, porém, apenas no âmbito interno das Forças Armadas.
Aqui, no Brasil, a Polícia Militar, a qual exerce atividade eminentemente civil de policiamento, não passa de caricatura do Exército, com “capelães militares” e “banda de música”, além de efetivos absolutamente ilegais como o P2 e outros P´s.
Aliás, a “centenária” Polícia Militar, que não consegue ser inteiramente “Polícia”, nem consegue ser inteiramente “militar”, nada tem de centenária. Foi criada pelo governo ditatorial do General Médici, com a fusão da Força Pública com a Guarda Civil.
A PM não passa, portanto, de um entulho autoritário!
Entulho autoritário preparado para enfrentar “guerrilhas”, mas que não sabe se relacionar com a população civil a que deveria servir, assim como não exerce nem sequer sua atividade de polícia preventiva.
Os inúmeros crimes que vitimam milhares de pessoas não são, obviamente, prevenidos.
Quanto à corrupção, que se combata onde existir. Mas, uma coisa é certa: As Delegacias de Polícia estão de portas abertas a qualquer hora do dia ou da noite, inclusive para devassas.
Em contrapartida, nos Quartéis da PM nem o governador do Estado ingressa sem antes ser barrado e identificado.
A PM, que peca pela inoperância (não previne crime nenhum) e peca pela falta de transparência (quartéis “caixa-preta”), não tem autoridade moral para criticar a Polícia Civil em aspecto algum.
Aliás, como disse certo Magistrado: A expressão “Polícia Civil” é redundante, enquanto a expressão “Polícia Militar” é contraditória.
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Caro Delta Uno: aproveitando que o Dr Guerra está divulgando livros “antigos” por aqui, reportei-me, lendo seus argumentos,aos escritos de Bismael B. Moraes, eminente estudioso da Polícia. Respeito as idéias dele, como as suas, porém ouso discordar delas pois são extremamente facciosas, leia-se: intelectualmente falsas!
Ao que parece Delta Uno, gosta de leituras e para se atualizar então, lhe recomendo outra obra “antiga”: “Tiras, Gansos e Trutas-Cotidiano e Reforma da Polícia Civil Paulista”, de Guaracy Mingardi. Obra de 1992, com caráter científico, narrando fatos acerca do projeto de Segurança Pública do eminente Governador Franco Montoro, no início de 1983 e sua falência já no “ninho”. Tal falência obra, é claro, de pessoas mal intencionadas. Imperdível para se conhecer uma Polícia, dita Civil, que desde àquela época sofre nas mãos de pessoas “não vocacionadas” com os misteres policiais!
É o passado presente, mais do que nunca!
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O pior é ser policial civil e ter que concordar, integralmente, com o que foi dito pelo Cap PM.
Sejamos francos, existimos para que???? A polícia civil transformou-se em um mega “cartorião” onde as pessoas vão para resolver problemas de cunho não policial (seguro de carro, B.O. para segunda via de documentos, etc…)
O que assistimos hoje são atividades policiais reativas e fragmentárias ditadas pelas tragédias do cotidiano e suas respectivas forças midiáticas.
Não exite política de segurança, planejamento, participação e empenho…Os escrivães se atolam em 300 inquéritos que, na maioria das vezes, se resumem a “oitivas” (termo eminentemente policial) dos envolvidos…
Há quanto tempo não presenciamos uma “campana” que não tenha, precipuamente, interesses excusos de seus participantes???? Vejam a dificuldade que é o cumprimento de uma simples ordem de serviço…
Nossa PC tinha tudo para ser a melhor do mundo…Alguns de nossos agentes prenderam, ou sequestraram, quase todos os integrantes do mega furto da caixa federal de Fortaleza. (só que o trabalho não foi pela sociedade, e sim pelo dinheiro furtado)…
Chegamos nos sutentáculos do marcola, desestruturamos quase todas as torres do PCC, mas os conduzimos ao balcão dos negócios e deixamos brechas para os ataques de 2006…(Exceção feita à Seccional SBC que, sob o comando do Dr. Marcos, prendeu mais de 16 líderes da facção e, em uma única ação, impediu a morte de agentes penitenciários matando 11 energúminos)
Bravos investigadores do Denarc foram os primeiros a chegarem ao Abadia, prisão menina dos olhos da federal…Essa cana foi nossa, mas preferimos vendê-la.
E ai?!? O que fazer?!?!? Sentar e chorar…
Talvez com tais prisões nosso malfadado inquérito não fosse tão questionado….
Certa feita ouvi dizer que enquanto a PM força o cabresto, a PC solta os burros…A disciplina exacerbada da primeira, que pune a barba mal feita, contrasta com a libertinagem da segunda, que esconde suas próprias mazelas…
Cap, respeito os esforços de vossa instituição, mas devo confessar que a experiência no plantão tem demonstrado algumas mudanças…Há dez anos, quando ingressei na PC, admirava a devoção de seus centuriões, íntegros e honestos em praticamente sua totalidade….Hoje o cenário é um pouco diferente…
Muitos policiais militares anteveem uma possibilidade de “ganho” na própria rua…Isto quando não trazem a “situação” ao distrito para seus asseclas “da civil”…
Digo isto como testemunho de minha região, onde 16 PMs foram presos na ultima semana, e uma companhia foi praticamente extirpada…Louve-se, por certo, sobredito combate a tais desvios de conduta (e nesse ponto vocês são mil vezes melhores que nós)…
O que pensar dos militares “caxeiros”, especialistas em furtos de caixa-eletrônicos…Existem suspeitas que um colega de farda esteja envolvido no fuzilamento de dois soldados em Santo André.
Não esqueçamos os comandantes de Guarulhos, presos por amealharem 30 mil por mês com a “contravenção do azar”…E o oficial do copom que foi acusado de selecionar as ocorrências que seriam repassadas às viaturas, foi ao menos afastado???
Companhias no centro da cidade, 8 viaturas, companhias na periferia (maior extensão territorial), CGP e mais uma….Isto é prevenção?!?!? Esta é a forma comunitária de policiamento proposta por Trajanowic?!?!?
É assim que os comandantes de batalhão pensam a segurança??? Ou é a famosa operação visibilidade, para agradar os olhos da classe eleitoreira…
Estou preparado para críticas de ambos os lados, mas só queria demonstrar uma coisa: Estamos todos nadando na merda, entao, ao menos, vamos nos ajudar para que não nos afoguemos todos…
Parafraseando Marx: Policiais de todo o Brasil – Uni-vos.
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CAP. PM.
Sua colocação quanto ao fato da maioria dos flagrantes serem da vossa instituição, deve-se no minimo ao fato do seu quadro de funcionarios serem o quadruplo da PC. Mas vou renegar tal anseio, pois o DENARC, ano passado foi o departamento que mais prendeu da PC! V. Sra. pode ate ressaltar como argumento os escandalos e desvios que la ocorreram, mas que prenderam mais que muito batalhão da Pm, isso é incontestavel!!Basta ver os numeros!!
¨FELIZ É A POPULAÇÃO QUE TEM POLICIAIS UNIDOS E FOCADOS NO MESMO OBJETIVO¨
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Dr. Guerra,
Por gentileza tolerar os oriundos da caserna na porta da delegacia, infelismente é dever constitucional, assim como, recebemos os honrrados vigilantes, guardas municipais, marronzinhos, e etc… seria possivel limitar os comentarios originarios dessa insolita categoria. É desagradavel falar de seus atos, improdutivo comentar seus métodos, para não dizer chover no molhado.
Resumindo PM é tudo merda que nunca vai deixar de ser merda, é fato, do soldado ao coronel tudo merda, e nada do que falem ou expliquem vai mudar. Merda cara que sangra o erario publico pelo soldo totalmente incompativel, fugindo ao teto dos honrrados vigilantes.
Gestapo, soldado palaciano lixo da ditadura 16 de outubro neles.
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Abadia diz que pagou propina a policiais
Extorsões chegariam a quase R$ 2 milhões
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1194266-15605,00-ABADIA+DIZ+QUE+PAGOU+PROPINA+A+POLICIAIS.html
o cara disse provou e a corro não faz nada.
isso é Brasilllllllll.
enquento isso os polciais gastando as fortunas em relogios apartamentos, hoteis etc. e nos continuamos a passar fome.
vamos apurar Dra. Marinez
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CAROS AMIGOS POLICIAIS CIVIS: NÓS NÃO TEMOS QUE DISCUTIR COM OS COXINHAS; NÓS TEMOS É QUE ENSINÁ-LOS. SÃO UMA RAÇA VIL E ABJETA. SÃO MAIS DESPREZÍVEIS QUE VERMES. EU SEQUER OLHO PARA A CARA DE UM DELES, SÓ MAL E PORCAMENTE QUANTO TENHO QUE ATENDER A UMA OCORRÊNCIA.
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É triste saber que numa instituição com profissionais como o Sr. Ralf, o Sr. Wagner e numerosos outros, tão cultos, educados e verdadeiramente interessados em debater o melhor da segurança pública em que padece a nossa sociedade bandeirante, Também tem pessoas com péssima educação e tão baixo nível cultural, que limitam-se a apenas ofender e escrachar, utilizando-se de palavras de inconvenientes e chulas. Aos Srs, que não tem o mínimo de inteligencia emocional e educação, o meu desprezo. Aos profissionais
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………que lutam “o Bom Combate” o meu respeito e admiração.
“Policiais unidos = a derrota do Crime organizado”
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Caso Guaruja, caso rota 66, caso Adriana Caringe, caso Eloá , caso dentista negro da zona norte, caso de Bauru, Caso do Carandiru, maquininhas, caso Otinha, 16 de outubro, USP inacreditavel… até la, esse é engraçado \”o caso do leite na cavalaria\”,
– Conselho denuncia abusos da Polícia Militar ao Ministério Público de São Paulo
Maior – Menor Envie – Opinião Erro? – Imprimir
Renato Brandão – Agência Brasil
Sexta-feira – 18/05/2007 – 12h16
Brasil – O Ministério Público de São Paulo recebeu na tarde de ontem (17) duas representações do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) sobre possíveis violações aos direitos humanos por parte da Polícia Militar paulista, contra civis, em duas ocasiões: na tarde de 8 de março, durante a passeata do Dia Internacional da Mulher, na Avenida Paulista, e na madrugada do último dia 6, durante show musical da Virada Cultural, na Praça da Sé.
A intenção do Condepe com essas duas representações é solicitar acompanhamento das investigações policiais. O Conselho considera as ações policiais \”excessivas\” e \”desproporcionais aos fatos\”.
O promotor especial de Direitos Humanos Carlos Cardoso de Oliveira Júnior, que recebeu as representações, disse que buscará \”identificar os responsáveis e eventualmente responsabilizá-los criminalmente\”. Segundo o promotor, a denúncia do Condepe é clara: houve abuso policial, com relato de testemunhas, com fotografias e vídeos.
\”É preciso concluir a investigação para, ao final, afirmarmos de maneira categórica que houve abuso. Isso exigirá uma apuração para se saber porque aconteceu, em quais circunstanciais. E se de fato foi resultado como aparentemente foi de uma ação desproporcional da polícia, os policiais responsáveis por isso precisarão ser responsabilizados criminalmente\”, acrescentou.
Embora a lei processual estabeleça prazo de 30 dias para concluir inquéritos, as investigações vão \”demandar alguns meses\”. O promotor lembrou que \”restará, a critério das vítimas, responsabilizar civilmente o Estado, com a reivindicação de indenizações pelos danos morais, materiais e físicos causados às vítimas\”.
Os protestos marcados para o Dia Internacional da Mulher coincidiram com a chegada do presidente norte-americano George W. Bush a São Paulo. Cerca de 5 mil pessoas participaram do ato, segundo a PM, representando vários grupos e entidades, como a Central Ùnica dos Trabalhadores, a Marcha Mundial de Mulheres e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra.
Durante a passeata, PMs e manifestantes entraram em confronto diante do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista. Cerca de cem policiais, usando escudos e capacetes, dispersaram a manifestação com cassetetes, bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral, e balas de borracha.
\”A intervenção da Polícia Militar e da Tropa de Choque era, a princípio, para conter uma ação de jovens. Só que a polícia perdeu o controle da situação, e um número indeterminado de pessoas acabou sofrendo toda a sorte de violência em razão desta ação desproporcional da polícia\”, afirmou Oliveira Júnior.
Já durante o show do grupo Racionais MCs na Virada Cultural, evento promovido pela prefeitura, policiais e público entraram em confronto na Praça da Sé. A Secretaria municipal de Cultura estima que havia 30 mil pessoas no local, segundo informou sua assessoria de imprensa.
O conflito pôs fim ao show e se alastrou pelas ruas da região. \”O pretexto de reprimir alguns jovens que estavam danificando uma ou algumas bancas de jornais acabou gerando também uma ação policial violenta, com um número indeterminado de vítimas\”, disse o promotor.
– caso tenentinho franchona pedofilo, e as vtrs taxi para os cocha cremes, sem respaldo juridico pelo que sei so o Governador o vice, se secretarios delegado e coxinha creme mor tem direito a veiculo com motorola, mais um pouco…
VILA REZENDE, JAZIGO 486
Mais um jovem de periferia assassinado pela PM
Nós, Policiais Militares, estamos compromissados com a defesa da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana.
Inscrição presente em impressos usados pela PM e em fachadas de batalhões e outras unidades
A história a seguir é assustadoramente comum e, infelizmente, qualquer semelhança com outras histórias não é mera coincidência. Mudam os personagens, muda a ordem dos acontecimentos, mudam hora e local, mas o final é o mesmo: um jovem inocente morre nas mãos da polícia. Não é mais novidade que aqueles que deveriam garantir a segurança da população levam a morte, semeando ódio e revolta.
Henrique Arnaldi tinha 18 anos e vivia no bairro Cecap II, periferia de Piracicaba, interior de São Paulo. Distante 160 quilômetros da capital, Piracicaba não tem índices alarmantes de violência. Na maior parte do tempo a vida é tranqüila e bem vivida. As ocorrências mais comuns envolvem furtos e roubos de veículos. De janeiro a setembro de 2008, ocorreram 16 homicídios em uma população de mais de 360 mil habitantes. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes em 2007 foi de 9,54, bem abaixo da taxa nacional, 51,6.
Próximo à Rodovia do Açúcar, que rasga um mar de canaviais e está sempre abarrotada de caminhões que escoam a produção da região, o Cecap II é considerado pela polícia um dos locais mais “perigosos” da cidade, aqueles onde moram “bandidos” e a repressão se faz necessária. Mas quem caminha pelo bairro não sente medo, nem vê o crime organizado mandando. Ninguém se esconde de balas perdidas nem há toque de recolher. É um local onde todos se conhecem, as famílias são amigas e as crianças brincam nas ruas. No fim da tarde, como é comum na periferia, o bairro renasce depois que todos voltam do trabalho. Há quem vá à igreja – existem várias no bairro – e há quem prefira sentar num banco, bater papo com os amigos ou tomar uma cerveja. As jovens gostam de conversar no portão. Já os garotos preferem cortar o bairro com suas bicicletas ou motos, visitando amigos e se divertindo sobre duas rodas. Não é incomum que até altas horas da noite as pessoas estejam nas ruas.
Henrique era mais um desses jovens apaixonados por motos. Para quem mora longe de tudo, o veículo oferece a oportunidade de conhecer a cidade e ir ao antes quase inacessível centro. Nos fins de semana, é a chance de poder ir a festas sem depender dos ônibus e das caronas, voltando para casa na hora que der vontade. Para Henrique, a moto era a liberdade conquistada com sacrifício. Comprou sua CG Titan azul com o dinheiro que juntou desde o início da adolescência, principalmente trabalhando no Nhô Quim Pneus. O pai queria que ele comprasse um carro e começasse logo a faculdade, mas Henrique preferia a moto. O filho insistiu tanto que acabou convencendo o pai, sem antes prometer que no ano seguinte iria seguir com os estudos. O pai ainda ajudou com um pouco de dinheiro na hora da compra e Henrique saiu da loja com a moto em seu nome. Nada mal para um jovem de 18 anos. O Ensino Médio foi concluído em 2007 no curso noturno da escola estadual Professor Adolpho Carvalho, localizada também no CKP (maneira como os moradores gostam de escrever o nome do bairro). Para a faculdade, o campo de estudos ainda não estava certo.
A incerteza nos estudos era compensada pela determinação no trabalho. O Nhô Quim Pneus era praticamente a segunda casa de Henrique, lá trabalhava de segunda a sexta-feira das nove da manhã às seis da tarde e aos sábados das nove da manhã ao meio- dia. Começou na loja matriz, na avenida Manoel Conceição, na Vila Rezende, bairro do outro lado da cidade. Depois prestou serviços para o Nhô Quim em uma concessionária Toyota e finalmente chegou à unidade na avenida Rio das Pedras, em Piracicamirim, bairro próximo ao Cecap II. A ida para a Rio das Pedras o colocou novamente com o amigo Edson Teófilo, com quem já havia trabalhado na matriz. Edson é gerente da Nhô Quim e foi no trabalho como um irmão mais velho para Henrique. Sob a supervisão do chefe e amigo, Henrique montava e balanceava pneus, além de cuidar do estoque. Acostumado a trabalhar duro, já tinha carteira assinada havia dois anos e três meses. Sempre sorrindo, era querido por todos e tinha muitos amigos no trabalho.
Henrique trabalhava muito, mas também gostava de se divertir. Sempre que tinha uma chance, saía com os colegas ou com os amigos do bairro. Iam a corridas de moto em Saltinho ou se divertiam em alguma festa nos clubes da cidade, desde que o som fosse pagode ou hip-hop. Nos últimos tempos, confessou aos amigos que estava procurando uma namorada.
Assim como outros colegas no Nhô Quim Pneus, estava ansioso pelo dia 19 de outubro. A colega Tâmara iria alugar uma chácara para comemorar o 17º aniversário. Os funcionários da loja foram convidados e já tinham confirmado presença. Henrique só não sabia que o aguardado 19 de outubro seria seu último dia de vida.
…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….
Deu no Jornal de Piracicaba
ANO 109 Nº 37.809 16 de novembro de 2008
PM ABORDA UM TERÇO DA POPULAÇÃO DE PIRACICABA
Por: Murilo Biagioli
A Polícia Militar abordou este ano, em operações e durante patrulhamentos preventivos realizados nas ruas de Piracicaba, um terço da população do município. Foram 122,9 mil abordagens na cidade, que possui 365,4 mil habitantes, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os números, fornecidos pelo comando da PM, são referentes ao período de 1º de janeiro a 2 de novembro. Em média, isso representa uma abordagem a cada três minutos e meio”.
Você conhece alguém chamado Faisão?
Essa pergunta foi feita aos moradores do Cecap II em quase todos os depoimentos tomados pela Polícia Militar após a morte de Henrique. Quando são parados na rua por policiais, muitos jovens também ouvem essa misteriosa questão. Mas ninguém sabe quem é Faisão. Ninguém conhece chefão algum do crime organizado com essa alcunha. Na imprensa local, nenhuma citação. Nem quando caminhávamos pelo bairro precisamos pedir autorização de “Faisão” para falar com os moradores.
A reação dos moradores nos dias 19 e 20 de outubro não foi capitaneada por pessoas subordinadas a essa entidade quase mística chamada Faisão. Foi um ato impulsivo de uma minoria, uma reação quase instintiva de uma comunidade onde quase todos se conhecem e em que a morte estúpida de um morador honesto gerou sentimentos de impotência, ódio e desespero. Enquanto alguns lamentaram, outros optaram por revidar violência com mais violência.
Entretanto, todos os prejuízos daquela noite de confronto podem ser pagos. O terminal está sendo consertado e segue funcionando. O posto da guarda civil foi reformado e opera normalmente. A única coisa impossível de restaurar é a vida de Henrique. Numa escala de valores, bárbaros não foram os que depredaram tomados de revolta, mas aqueles que tiraram a vida dum jovem sem motivo algum. O maior crime foi feito pelas costas, sem direito a defesa. Uma família foi destroçada.
Mas e o Faisão? Deve estar voando por aí.
A série completa com mais de 7 páginas de reportagens sobre os abusos da PM está na edição de janeiro da Caros Amigos, nas bancas.
Para terminar…. por enquanto, costumo dizer \”O tratamento ideal que o coxinha consegue realizar ao semelhante, é aquele com que trata o motorista de onibus e o dono da padaria, educado solicito e pidão\”
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