PIADA CASTRENSE: “A agilidade da polícia ostensiva em muito supera a burocratica e ineficiente polícia civil”(“SIC”) 6

A verdade é que quem não tem competência não se estabelece. O FALIDO INQUERITO POLICIAL tem de acabar. A modernização com o ciclo completo de polícia é algo inevitável. A agilidade da polícia ostensiva em muito supera a burocratica e inefeciente polícia civil.

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A polícia ostensiva é tão ágil que   SÓ HÁ CRIMES NA FORMA TENTADA…

O ladrão sacou a arma, logo após,  já é preso.

Tamanha a rapidez dos órgãos ostensivos…

Sempre estão no lugar certo; na hora certa.

Sempre alertas e vigilantes.

Diga-se de passagem,  tão pequeno  é o número de crimes   –  já que raramente ocorrem crimes por conta da agilidade do policiamento ostensivo – que a Polícia Civil , há tempos, não tem o que fazer.

Os Promotores não oferecem denúncias, os magistrados não julgam e não há trabalho para advogados criminalistas e defensores públicos. 

Um Comentário

  1. Pingback: PIADA CASTRENSE: “A agilidade da polícia ostensiva em muito supera a burocratica e ineficiente polícia civil”(”SIC”) | Blogosfera Policial

  2. Essa é a piada do século!
    Eu pergunto, onde, ou que parte do país, existe essa tal polícia ostensiva?
    É essa tal polícia ostensiva que se caga de medo do PCC?
    Se realmente tivéssemos uma polícia ostensiva muitos assassinatos, assalto a bancos e comercio em geral seriam evitados, assim como seria evitada muitas pichações em prédios públicos, comerciais e residencias, etc…
    Bom, é preferível ler essas coisas que ser sego, mais que eu fico “puto” da vida eu fico!

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  3. essa senhora depõem contra a políciaA empresa1.
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    » Publicada em 11|06|09
    Sindicato denuncia ex-titular da Dise
    Delegada Vera D´Antracoli é acusada de ter feito uso irregular do Registro Digital de Ocorrências e de ter forjado flagrantes
    Marcelo Alvarenga

    Vera: Não quis se manifestar
    O presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi das Cruzes e Região (Sinpol), Valdir Fernandes da Silva, acusa a delegada Vera Lúcia D´Antracoli Ribeiro Neves de ter cometido uma série de irregularidades e ilegalidades durante o período em que comandou a Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes (Dise), entre elas, a de ter mandado seus subordinados forjarem flagrantes.

    Silva enviou, há 20 dias, um ofício ao Conselho da Polícia Civil solicitando que Vera fosse afastada do trabalho policial e juntou diversas denúncias protocoladas por funcionários, além de 208 assinaturas, encaminhando-as ao núcleo corregedor da Delegacia Seccional de Mogi, que culminaram, preventivamente, no afastamento da delegada do comando da Dise há cerca de duas semanas e sua transferência para prestar serviços policiais na Cadeia Pública. Veículos de Imprensa nacional, como a TV Record, estiveram ontem na cidade para apurar o caso.

    Segundo o presidente do Sinpol, entre as denúncias protocoladas estão o uso irregular de viatura policial e do sistema de Registro Digital de Ocorrências (RDO), além de adulteração na elaboração de flagrantes. “Temos um CD com gravações que comprometem seriamente a delegada. Em uma delas, ela fala com um funcionário sobre forjar um flagrante de tráfico”, contou Silva.

    As denúncias foram apresentadas ao núcleo corregedor da Delegacia Seccional pelos policiais da Dise, por intermédio do Sinpol. “O policial tem medo de representar contra um delegado, mas a situação estava tão insustentável que eles vieram me procurar. Fomos até a Seccional para comunicar o que estava ocorrendo. Ela, constantemente, humilhava os policiais”, explicou.
    De acordo com o sindicalista, os crimes que são atribuídos a Vera podem, inclusive, resultar na perda de seu cargo. “A presença dela na região é insustentável. O sindicato colheu 208 assinaturas de policiais do Alto Tietê que se mostraram solidários aos funcioná-rios da Dise e também manifestam o desejo de nunca ter de trabalhar com ela”, destacou.

    Agora, segundo Silva, se o Conselho da Polícia Civil, que é dirigido pelo delegado-geral Domingos Paulo Neto, decidir acatar o pedido de afastamento da delegada, ela deverá ser recolhida para o Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), onde ficará até que as investigações contra ela sejam apuradas. “Se a remoção for aceita, ela não poderá assumir nenhuma delegacia. Ficará apenas à disposição do Demacro”.

    Outro lado
    O Mogi News procurou a delegada para que ela se manifestasse sobre as denúncias e o ofício, mas ela preferiu não comentar o assunto. Vera estaria sendo vítima de ameaças e questiona a forma como as denúncias e o abaixo-assinado foram feitos.

    O caso segue para a investigação do delegado seccional de Polícia Civil, João Roque Américo, por meio de um procedimento administrativo. No entanto, Américo preferiu não se manifestar sobre o fato, mas disse que a Seccional estaria tomando as providências necessárias.
    civíl dr. guerra

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  4. A agilidade da policia ostensiva em que pais?
    Antes de fazer comparações, se fosse a pm uma agilidade, não haveria tantos crimes….

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  5. Caraca, eu até entendo uma unificação de polícia ostensiva com polícia investigativa, mas dizer que a ostensiva é melhor e que a investigativa é burocrática e por isso deve acabar já é muito preconceito.

    Cada uma serve a um motivo e necessidade.

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