Do relato do doutor Marcello Marinho – além do fato da audiência concedida para todas as entidades de classe – ficam algumas certezas: o doutor MAURÍCIO LEMOS FREIRE – em linhas gerais – reconhece que a Administração, desde as origens, não soube avaliar e gerir o movimento por melhores condições funcionais.
Estendeu os braços e abriu as portas da DGP, mas quem de lá outrora nunca saia, agora, não compareceu.
Talvez não mais interesse seja fotografado ao lado do DGP.
Quem negou comparecimento, na verdade, negou representar seus eleitores, ou seja, os associados e sindicalizados.
Assim, nós policiais devemos demonstrar respeito e agradecimento ao nosso Delegado Geral.
É ele o dirigente maior da Polícia Civil.
Recebeu , falou e ouviu os representantes de todas as carreiras que lá estiveram.
Assim merecerá, a partir de hoje, nosso louvor, nosso voto de confiança e total respeito.
Não há nada que não possamos consertar…
Nada que não possamos perdoar!
Também nada pelo que não possamos ser perdoados.