TORTURA E PRISÃO ILEGAL EM SÃO PAULO…É MAIS BARATO INDENIZAR VÍTIMAS Resposta

Indenização às vítimas da truculência e estupidez policial, será sempre mais barato que valorizar materialmente, e qualificar funcionalmente, o Delegado de Polícia Judiciária.
Confissão sob tortura é fruto da tortura da rapinagem.
A rapina quer “produção”, resultados estatísticos e esclarecimento de crime em manchete de jornal.
Geraldo Alckmin assumiu com nova abordagem da segurança pública, sintetizada em frases como:
“Em São Paulo, bandido tem dois destinos: a prisão ou o caixão”. Muita gente viu no discurso uma reedição de bordões malufistas. Em 22 de janeiro de 2002, o então secretário da Segurança MarcoVinicio Petrelluzzi demitiu-se.
Saulo( de Castro Abreu Filho, NÃO CONFUNDIR COM RAMOS) foi para o lugar.
Com pouco mais de um mês no posto, ele comemorava o sucesso na chamada Operação Castelinho, que depois virou uma dor de cabeça. No episódio, 12 homens vinculados ao PCC foram mortos pela polícia em um pedágio na rodovia Senador José Ermírio de Moraes, conhecidacomo Castelinho, perto de Sorocaba (100 km de São Paulo). Nenhum policial feriu-se. De cara,Saulo vangloriou-se: “[A polícia] usou instrumentos de inteligência” ou “Foi um primor de operação”ou “Não é essa a polícia dos sonhos de todo mundo?”.
(LAURA CAPRIGLIONE – Folha de São Paulo)
Os nossos parabéns à política de segurança pública “DA BANCADA DA BALA, DA TORTURA E DA PROPINA”…

LEI DOS CONCURSOS: FIM DA PROVA ORAL E DO NEPOTISMO Resposta

A polêmica Lei dos Concursos voltou a ser discutida no começo desta semana com a mobilização de candidatos que buscam regras claras e transparentes para os concursos públicos. Com o objetivo de obter apoio da população para convencer os parlamentares pela rápida aprovação das Leis dos Concursos, tanto no âmbito distrital quanto no âmbito federal, foi criado o site
www.leidosconcursos.com.br.
Até o momento, foram contabilizadas quase duas mil assinaturas, mas a meta do abaixo-assinado é reunir 100 mil logo no primeiro mês. Os organizadores acreditam que quanto mais cadastros, mais força o movimento terá para fazer valer a luta pela aprovação das Leis dos Concursos. Para os integrantes do Movimento Pró-Aprovação da Lei dos Concursos, quem sonha ingressar no serviço público pela “porta da frente”, através do concurso público, sem depender de apadrinhamento político, minimamente deseja igualdade de condições para concorrer, regras claras e transparência. “Isso só será possível com a aprovação definitiva da Lei dos Concursos”, afirmam.

“Em que pese o ditame constitucional de que concursos públicos devem obedecer ao princípio da isonomia, com igualdade de oportunidade para todos, sabemos que a realidade é bem outra. Além das dificuldades corriqueiras advindas do processo de preparação, o concursando ainda é obrigado a enfrentar outro tipo de desafio, muitas vezes bem mais árduo do que o próprio estudo”, avalia o deputado Chico Leite (PT), autor do projeto original da Lei dos Concursos.
O professor Wilson Granjeiro, diretor do Obcursos/Plêiade em Brasília, defende a aprovação das leis e aderiu ao Movimento. Ele lembra que colaborou desde o início na elaboração do projeto, já que convive diariamente com a realidade dos candidatos, e lamenta que, até hoje, a norma não esteja em vigor.
(A. Bernardes)

INFORMAÇÃO É A NOSSA MELHOR ARMA

“A horse, a horse, my kingdom for a horse!” … "AJUSTA-SE" UM SAULO RAMOS PARA FUGIR À EXPULSÓRIA REMISSÃO "POR MAIORIA ABSOLUTA DE GENTE COMPETENTE" 4

Código da vida — e da carreira
Em seu mais novo livro, Código da Vida (Editora Planeta), Saulo Ramos, advogado e jurista, conta sua história de menino do interior paulista que chegou a Consultor Geral da República. Confira entrevista concedida por Saulo Ramos à VOCÊ S/A
Por Rosana Tanus
Na sua trajetória profissional, o que de mais importante o senhor aprendeu?
Que a advocacia é uma ciência voltada para os conflitos mais relevantes do ser humano, a liberdade das pessoas — a física e a liberdade de expressão — o patrimônio, a propriedade e suas destinações sociais, a família, a educação, as crianças, o inventário e a partilha, a morte. Logo, o advogado é um sacerdote dos direitos dessa gente toda.
Em que o senhor mais acertou?
Em convencer juízes a fazer justiça.
Em que errou e como faria diferente?
Por excesso de trabalho, errei quando recusei a defesa de pessoas que precisavam de mim. Trataria de atender a todos que me procuraram, multiplicando as horas de trabalho, tornando mais longos os meus dias e as minha noites.

Como administrou ter uma carreira envolvida com questões que diziam respeito ao Brasil com a de um profissional “de escritório”?
Quando exerci funções públicas continuei com o espírito de advogado atento ao Direito aplicável às novas situações.
Quando colaborei na redação de leis que me pareciam úteis (impenhorabilidade do bem de família, licitações públicas, prisão provisória, crimes hediondos, Advocacia Geral da União, e outras) cheguei ao delírio de me convencer que o meu cliente era o Brasil.
Como administrou a vida pessoal / familiar?
Mal.
Nunca dediquei muito tempo ao convívio familiar.
Isso me custou dois casamentos e me deixou cicatrizes profundas.
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Do livro: lanterna para um afogado neste manancial de pureza de alma , maioria absoluta de gente imparcial e competente, que assinam: DELEGADO DE POLÍCIA CLASSE ESPECIAL.